terça-feira, 29 de setembro de 2015

Filmes na TV Brasil de 1 a 11 de outubro de 2015

Quinta-feira, 1 de outubro (madrugada de quinta para sexta-feira)

Narradores – Memórias Afetivas do Futebol
00h00, na TV Brasil

Ano: 2014. Gênero: documentário. Direção: Alexandre Pires Cavalcanti.

O documentário "Narradores: memórias afetivas do futebol" mostra a narrativa de pessoas que viveram histórias durante as Copas do Mundo, no período de 1954 até hoje, sempre ligadas à presença de um meio de comunicação, tal como o rádio, a televisão e a internet.

Somados a essas narrações, o filme exibe depoimentos de pessoas ligadas ao futebol, à comunicação e à arte, que falam do esporte de maneira apaixonada, emprestando ao ritmo do documentário um tom poético e emocionante. O resultado é um olhar sensível sobre a relação do futebol com a comunicação, mas tendo como pano de fundo os laços humanos que fazem desse esporte uma parte da alma nacional. O documentário é dirigido por Xande Pires.

Reprise. 54 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 00h00



Sexta-feira, 2 de outubro (madrugada de sexta-feira para sábado)

Cartola, música para os olhos
00h00, na TV Brasil

Ano: 2006. Gênero: documentário. Direção: Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, com Nelson Sargento, Nelson Motta.

O documentário “Cartola, Música Para Os Olhos”, captado com recursos digitais, conta por meio de imagens de arquivo e depoimentos, a vida de um dos sambistas e compositores mais admirados da música brasileira: Angenor de Oliveira, o músico, boêmio, mangueirense e patrimônio nacional Cartola (1908-1980).

O filme reconstrói a história do compositor em paralelo à narração da trajetória do samba a partir de um dos seus expoentes mais nobres. Dirigido por Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, o filme sobre o lendário artista entrevista ícones da música como o também sambista Nelson Sargento e o produtor musical Nelson Motta. Os diretores recolheram imagens de arquivo e depoimentos de personalidades como Paulo Autran, Chico Buarque, Hebe Camargo, Elizeth Cardoso, Nelson do Cavaquinho e Beth Carvalho.

Reprise. 85 min.
Classificação Indicativa: 10 anos
Horário: 00h00


Sábado, 3 de outubro

Estórias de Trancoso
22h40, na TV Brasil

Ano: 2007. Gênero: drama. Direção: Augusto Sevá, com Rodrigo Lombardi, Cleide Santos, Sara Bomfim, Franciane Souza, Catiana Martins, Daco Bomfim, Cristiano Cabral, Nefi Tales de Souza, Claudio dos Santos

O longa-metragem Estórias de Trancoso é um romance adolescente ambientado na década de 1980, na pequena e isolada comunidade de pescadores de Trancoso, no litoral sul da Bahia.

Dois casais de nativos passam da infância para a juventude e vivem uma inesperada transformação de seus valores, com os vícios e benefícios da civilização urbana que vem chegando.

Realizado com atores não profissionais selecionados entre os habitantes de Trancoso, mas sendo uma obra ficcional, o filme retrata com fidelidade um período da história e o encontro de diferentes culturas. O único ator profissional que participa do drama é Rodrigo Lombardi.

Estórias de Trancoso foi vencedor do Desenvolvimento de Projetos de Longa-metragem (Secretaria Municipal de Cultura-SP), do Concurso de Roteiros (Ministério da Cultura), do Programa Cinema Brasil (Ministério da Cultura), além de levar os prêmios Linc (Secretaria de Cultura do Estado-SP), e prêmios de Melhor Filme Brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival Hispano-brasileiro de Cinema de Valência (Espanha).

Reprise. 115 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 22h40



Sábado, 3 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

A Trama do Olhar
02h15, na TV Brasil

Ano: 2010. Gênero: documentário. Direção: Glória Albues. Coprodução: Glória Albues, Instituto Terra Brasilis, TV Universidade (UFMT), Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec)

Em Mato Grosso, onde vivem cerca de 39 mil índios pertencentes a 42 etnias, duas equipes - uma indígena e outra não-indígena - cruzam olhares entre modos de ver, sentir, pensar e agir de pessoas de diferentes culturas.

A primeira é composta por três realizadores indígenas, cada um de uma etnia diferente. Eles se revezam nas funções técnicas de direção, câmera e som. São: Winti, da etnia Kïsêdjê; Maricá, que é Kuikuro; e Caimi, que é Waiassé (Xavante).

Cada um escolhe um tema para documentar: Winti, a bodyart; Maricá, a música; Caimi, a vida corrida da cidade. Enquanto isso, a equipe formada por pessoas que não são indígenas dedica-se a produzir um making of.

Em “A Trama do Olhar”, índios e não-índios produzem sentidos sobre as maneiras de ver o outro.

Reprise. 52 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 02h15




Domingo, 4 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

La demora
00h00, na TV Brasil

Título original: La demora. País de origem: Uruguai. Ano de estreia: 2012. Gênero: drama. Direção: Rodrigo Plá, com Roxana Blanco e Carlos Vallarino.

Maria deve decidir o que fazer com seu pai idoso que se tornou dependente com sua senilidade e esquecimento. Com ele não foi aceito em nenhum asilo público e sem condições econômicas de mantê-lo, um dia Maria resolve abandoná-lo em um jardim. As horas que se seguem tornam-se uma provação para o amor que os une.

Dirigido por Rodrigo Plá, o drama uruguaio foi reconhecido pela crítica internacional. No Festival de Berlim e no Festival de Cinema Latino-Americano de Utrech (Holanda), o filme conquistou o Prêmio do Júri. Roxana Blanco recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Biarritz, na França.

A produção levou o prêmio de Melhor Música no Festival de Havana enquanto no Festival Internacional da Costa Rica, o longa venceu em várias categorias: Melhor Diretor (Rodrigo Plá), Melhor Atriz (Roxana Blanco), Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora Original.

O filme "La Demora" também foi eleito pelo público como o melhor do Festival 4+1, organizado pela Fundação Mapfre simultaneamente em Madri, Bogotá, Cidade do México, Buenos Aires e Rio de Janeiro.

A película foi selecionada para representar o Uruguai na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar.

Inédito. 84 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00



Segunda-feira, 5 de outubro (madrugada de segunda para terça-feira)

O Homem do Pau-Brasil
00h30, na TV Brasil

Título original: O Homem do Pau-Brasil. País de origem: Brasil. Ano de estreia: 1981. Gênero: comédia fantástica. Direção: Joaquim Pedro de Andrade, com Ítala Nandi, Flávio Galvão, Regina Duarte, Cristina Aché, Dina Sfat, Dora Pellegrino, Juliana Carneiro da Cunha, Grande Otelo.

Comédia, delírio rigoroso sobre a vida, paixão e obra do revolucionário escritor modernista Oswald de Andrade. O filme recria o universo do movimento modernista de 1922, centrado nas atividades frenéticas do escritor e dos demais artistas e simpatizantes do período.

Na trama, o escritor é representado simultaneamente por um ator e uma atriz, Flávio Galvão e Ítala Nandi. Os dois Oswalds partilham com as demais personagens as mesmas camas e ideias até que estas os separem. Com a devoração de Oswald-macho pelo Oswald-fêmea, dá-se a criação da mulher do pau-brasil, líder da revolução que instalará o matriarcado antropófago como regime político do país.

A partir da recriação ficcional de momentos da vida e da obra do escritor Oswald de Andrade, a ideia do diretor Joaquim Pedro de Andrade era discutir o legado modernista em sua vertente mais radical e experimental.

Último filme dirigido pelo cineasta, a comédia fantástica “O Homem do Pau-Brasil” recebeu o troféu Candango de melhor filme e melhor atriz (Dina Sfat) no Festival de Brasília de 1981.

Reprise. 102 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30



Terça-feira, 6 de outubro (madrugada de terça para quarta-feira)

Terra em Transe
00h30, na TV Brasil

Ano: 1967. Gênero: drama. Direção: Glauber Rocha, com Paulo Autran, José Lewgoy, Glauce Rocha, Paulo Gracindo, Hugo Carvana, Danuza Leão, Jofre Soares, Modesto de Sousa, Mário Lago, Flávio Migliaccio, Telma Reston, José Marinho, Francisco Milani, Paulo César Pereio, Emanuel Cavalcanti, Zózimo Bulbul, Antonio Câmera, Echio Reis, Maurício do Valle, Rafael de Carvalho, Ivan de Souza.

Num país imaginário chamado Eldorado, o jornalista e poeta Paulo Martins oscila entre diversas forças políticas em luta pelo poder. Dom Porfírio Diaz é líder de direita, político paternalista da capital litorânea de Eldorado. Felipe Vieira é um político populista e Júlio Fuentes, dono do Império de Comunicações. Em conversa com a militante Sara sobre política, Paulo conclui que o povo de Eldorado precisa de um líder e apoia Vieira.

O longa “Terra em Transe” é um espetáculo poético, sobre o transe político que assola os países da América Latina. Dirigido por Glauber Rocha, é um filme sobre política e um filme político. Considerado umas das mais importantes produções do cineasta, “Terra em Transe” teve reconhecimento em diversos festivais no Brasil e no exterior, com destaque para Cannes e Havana.

O filme de Glauber rocha recebeu o Prêmio da FIPRESCI e Prêmio Luis Bunuel no XX Festival Internacional do Filme, em Cannes, o Golfinho de Ouro para Melhor Filme no Rio de Janeiro, a Coruja de Ouro para melhor ator coadjuvante (José Lewgoy) no Rio de Janeiro/1967, o Prêmio Air France de Cinema para melhor filme e melhor diretor, o Prêmio da Crítica e o Grande Prêmio Cinema e Juventude em Locarno, na Itália, o Prêmio da Crítica (Melhor Filme) em Havana, Cuba, os prêmios de Melhor Filme, Menção Honrosa (Melhor Roteiro), Melhor Ator Coadjuvante (Modesto de Sousa) e o Prêmio Especial a Luiz Carlos Barreto (pela fotografia e produção) em Juiz de Fora.

Reprise. 115 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 00h30


Quarta-feira, 7 de outubro

Vou Rifar meu Coração
22h00, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Ana Rieper, com Agnaldo Timóteo, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Odair José, Rodrigo Mell, Walter de Afogados, Wando.

O documentário faz uma viagem ao imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Letras de músicas de artistas como Agnaldo Timóteo, Waldik Soriano, Reginaldo Rossi, Nelson Ned, Amado Batista, Peninha, Walter de Afogados e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois.

Em “Vou Rifar meu Moração” os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais

Além das pessoas que abrem seus corações e contam suas histórias, o filme tem os depoimentos de grandes nomes do gênero romântico como Agnaldo Timóteo, Wando, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Walter de Afogados e de Rodrigo Mell, este último representante da nova geração do brega

Dirigido por Ana Rieper, o filme “Vou Rifar meu Coração” foi premiado nas categorias Melhor direção e Melhor Montagem no FestiCine Goiânia enquanto no Festival AtlantiDoc conquistou os prêmios de Melhor Direção de Arte em Documentário e Prêmio Especial da Associação de Críticos (FIPRESCI Uruguai).

Inédito78 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 22h00




Quarta-feira, 7 de outubro (madrugada de quarta para quinta-feira)

Os Inconfidentes
00h30, na TV Brasil

Ano: 1972. Gênero: drama. Direção: Joaquim Pedro de Andrade, com José Wilker, Luíz Linhares, Paulo César Pereio, Fernando Torres, Carlos Kroeber, Margarida Rey, Tereza Medina, Wilson Grey, Suzana Gonçalves.

O filme faz uma reconstituição da Inconfidência Mineira que contesta as versões oficiais sobre o episódio histórico. Com base na transcrição dos interrogatórios dos revoltosos e em versos dos poetas inconfidentes, o drama trata da posição de intelectuais diante da prática de políticas revolucionárias.

Faziam parte do grupo de conspiradores contra o domínio colonial português poetas e nobres, incluindo o padre (Carlos Gregório) e o coronel da guarnição. O dentista Tiradentes (José Wilker) é o escolhido para dar exemplo aos rebeldes que se levantavam contra a Coroa Portuguesa. Seus cúmplices, apesar de terem confessado, não assumem responsabilidades. O único a fazer isso é Tiradentes, que acaba sendo condenado à morte.

O drama dirigido por Joaquim Pedro de Andrade conquistou o reconhecimento com diversos prêmios em festivais no ano de seu lançamento em 1972. O longa “Os Inconfidentes” recebeu o Air France de Melhor Filme, o Golfinho de Ouro e o Prêmio do Comitê das Artes e Letras no Festival de Veneza.

Reprise. 76 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 00h30



Quinta-feira, 8 de outubro (madrugada de quinta para sexta-feira)

O Padre e a Moça
00h30, na TV Brasil

Ano: 1965. Gênero: drama. Direção: Joaquim Pedro de Andrade, com Helena Ignez, Paulo José, Fauzi Arap, Mário Lago.

Mariana (Helena Ignês) é a única mulher bonita e jovem do lugar. E não está conformada. Não sabe exatamente o que quer, mas sabe que não quer morrer com a cidade, sem ter conhecido o que a vida tem de bom. Mariana vê no padre (Paulo José), recém-chegado à cidade, a sua salvação. Sente-se atraída. Quer falar-lhe, quer sentir alguma coisa a mais, que não seja a realidade mesquinha da cidadezinha.

Honorato (Mário Lago) proíbe Mariana de avistar-se com o padre. Faz mais: resolve casar-se com ela. É neste instante que a estória começa a se complicar.

Com roteiro baseado no poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, o filme “O padre e a moça”, de Joaquim Pedro de Andrade, foi considerado o filme com Melhor Direção no Festival de Petrópolis e ganhou os prêmios de Qualidade do Instituto Nacional do Cinema e de Melhor Fotografia no Festival de Brasília.

Reprise. 90 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 00h30



Sexta-feira, 9 de outubro (madrugada de sexta para sábado)

Barravento
00h30, na TV Brasil

Ano: 1961. Gênero: drama. Direção: Glauber Rocha, com Antônio Pitanga, Luiza Maranhão, Lucy Carvalho, Aldo Teixeira, Lídio Cirillo dos Santos, Rosalvo Plínio, Alair Liguori, Antonio Carlos dos Santos, D. Zezé, Flora Vasconcelos, Jota Luna, Hélio Moreno Lima, Francisco dos Santos Brito.

Numa aldeia de pescadores de Xaréu, cujos antepassados vieram da África como escravos, permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé. A chegada de Firmino, antigo morador que se mudou para Salvador fugindo da pobreza, altera o panorama pacato do local, polarizando tensões.

O termo “barravento”, conforme explicado no início do filme, é o momento de violência, quando as coisas de terra e mar se transformam, quando no amor, na vida e no meio social ocorrem súbitas mudanças.

Primeiro longa-metragem dirigido por Glauber Rocha, o drama “Barravento” teve filmagens na praia do Buraquinho em Itapuã na Bahia. O longa foi premiado no Festival de Karlovy Vary da antiga Tchecoslovaquia.

Reprise. 80 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 00h30



Sexta-feira, 9 de outubro (madrugada de sexta para sábado)

O Bebê de Tarlatana Rosa
2h00, na TV Brasil

Ano: 2013. Gênero: documentário. Direção: Renato Jevoux, com Camilo Bevilacqua, Diana Behrens, José Steinberg, Rafael Ponzi, Paulo Giargini, Pierre Crapez, Cristiane Ferreira, Zé Wendell.

O prefeito do Rio de Janeiro Heitor de Alencar (Camilo Bevilacqua), um dândi, um bon vivant, guia seus discípulos e admiradores por uma excitante incursão ao submundo dos prazeres e mostra como ser um canalha no carnaval. A sua história acaba por revelar o reverso da luxúria, o horror e a infâmia.

Reprise. 25 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 2h00



Sábado, 10 de outubro

Uma Aventura do Zico
18h15, na TV Brasil

Ano: 1998. Gênero: aventura. Direção: Antônio Carlos Fontoura, com Zico, Jonas Bloch, Eri Johnson, Laura Cardoso, Paulo Gorgulho, Thierry Figueira, Iris Bustamante, Betty Erthal.

Uma rede nacional de televisão promove um concurso que selecionará 22 meninos para aprender tudo sobre futebol com o craque Zico, ídolo da torcida do Flamengo. Entre os escolhidos estão Tuca, garoto carioca do morro do Borel; Kazuo, nissei fanático por futebol, que mora na Liberdade, bairro oriental de São Paulo; Dida, auxiliar de feirante em Caruaru, e Lula, menina gaúcha que finge ser menino para se candidatar a ter aulas com o astro.

Por não ser selecionado, Fred, o mimado filho mimado de um magnata, fica enormemente frustrado. Para atender aos apelos do menino, o pai resolve contratar uma cientista para criar um clone do Zico, que dará aulas a Fred em tempo integral. Com seu ajudante de ordens, a cientista consegue ganhar a confiança do craque e, fingindo fazer uma pesquisa biométrica em Zico, consegue produzir seu clone, Zicópia.

O clone passa então a treinar o time de Fred, num duelo entre o futebol-força e o futebol-arte. O conflito chega ao fim quando Zicópia e Zico se fundem novamente, juntando arte e força em nome do futebol-total.

Reprise. 93 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 18h15




Sábado, 10 de outubro

Garrincha, Alegria do Povo
19h50, na TV Brasil

Ano: 1962. Gênero: documentário esportivo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade, com Garrincha, Heron Domingues, Nair dos Santos.

O documentário “Garrincha, Alegria do Povo” mostra o apogeu da carreira de jogador de futebol de Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, com o bicampeonato mundial pela seleção brasileira nas Copas de 1958 e1962 e a consagração do craque das pernas tornas no Botafogo, onde eternizou a camisa 7.

O filme alterna imagens de Garrincha em ação no Botafogo e na Seleção Brasileira, com algumas cenas do cotidiano, como a rotina de treinos no clube carioca e a preparação do time para entrar em campo, com aparições dos jogadores da época, como Zagallo, Jairzinho e o goleiro Manga.

Acompanhando as imagens, o narrador Heron Domingues conta história sobre a vida do jogador, como o fato dele morar em uma casa cedida pela industria de tecidos onde trabalhava em sua terra natal, Pau-Grande, distrito de Magé. Garrincha aparece comprando discos na cidade do Rio e depois dançando ao som deles com algumas das suas sete filhas.

O saudoso craque é descrito como um operário desleixado, que conseguia dormir mesmo com o barulho das máquinas, mas que não era despedido porque nos finais de semana era o destaque nos jogos do time de futebol da fábrica. A narração enfatiza também a história de que Garrincha só soube que suas pernas eram tortas ao ler sobre isso nos jornais.

Com rápidos depoimentos de Garrincha sobre a fama que conquistou, e do médico que descreve a anormalidade no seu joelho, o grande destaque do documentário são as cenas clássicas do craque em campo, seus dribles desconcertantes e seus belos gols defendendo o Botafogo e a Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Em preto e branco, o longa dirigido por Joaquim Pedro de Andrade foi o primeiro documentário brasileiro sobre um esportista. O filme conquistou o Prêmio Carlos Alberto Chieza, do Festival de Cortina D'Ampezzo, na Itália em 1963, além dos prêmios Carmen Santos e Governador da Guanabara no mesmo ano. Em 1964, o documentário recebeu Menção Honrosa do Prêmio Governador do Estado de São Paulo.

Reprise. 61 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h50



Sábado, 10 de outubro

O Diabo a Quatro
22h40, na TV Brasil

Ano de estreia: 2005. Gênero: comédia. Direção: Alice de Andrade, com Maria Flor, Jonathan Haagensen, Marcelo Faria, Marcio Libar, Netinho Alves, Sergio Machado, Marilia Gabriela, Evandro Mesquista, Ney Latorraca, Cris Couto, Maria Silvia, Ana Beatriz Nogueira, Leila Indiana.

Os destinos de quatro personagens se emaranham em um perímetro restrito a uns poucos quarteirões de Copacabana, caldeirão de fantasmas e falsas aparências que constitui a outra face do “Rio de Janeiro-cartão postal.”

A trama envolve Rita de Cássia, bela amazonense cuja afabilidade esconde uma determinação obstinada; Waldick Soares, menino fugido de um passado familiar trágico para fazer fortuna no Rio; Paulo Roberto, surfista cujos neurônios e vocabulário foram drasticamente reduzidos pelo excesso de sol e de maconha, e famoso por seu talento em seduzir de graça garotas de programa; Tim Mais, cafetão autoritário, mas de coração mole, que batalha para conferir à sua “Heaven Artistic Promotions” uma estrutura empresarial.

Três homens apaixonados por uma mesma mulher – na verdade, uma menina – que descobre o amor e a força de sua sexualidade em subjugar corações alheios.

Reprise. 108 min.
Classificação Indicativa: 16 anos
Horário: 22h40



Sábado10 de outubro (madrugada de sábado para domingo)

O Leão de Sete Cabeças
00h30, na TV Brasil

País: Itália. Ano: 1970. Gênero: drama. Direção: Glauber Rocha, com Rada Rassimov, Jean-Pierre Léaud, Giulio Brogi, Hugo Carvana, Gabrielle Tinti, René Koldhoffer, Baiack, Miguel Samba, André Segolo, Aldo Bixio.

Um padre jesuíta que vagueia pela África recitando o Evangelho captura um guerrilheiro comunista chamado Pablo. O religioso entrega o refém aos representantes de potências do exterior que dominam os nativos.

O grupo é formado por um comerciante português, um agente americano e um mercenário alemão. Os três servem à misteriosa mulher e ninfa Marlene, apelidada pelo padre de "besta da violência". O trio coloca um presidente fantoche para continuar a explorar o país, mas Pablo é libertado pelo líder nativo Zumbi e retorna à luta armada, ao mesmo tempo que o padre captura e crucifica Marlene.

Glauber Rocha comenta essa produção de 1970. “É uma história geral do colonialismo euro-americano na África, uma epopeia africana, preocupada em pensar do ponto de vista do homem do Terceiro Mundo, por oposição aos filmes comerciais que tratam de safaris, ao tipo de concepção dos brancos em relação àquele continente. É uma teoria sobre a possibilidade de um cinema político. Escolhi a África porque me parece um continente com problemas semelhantes aos do Brasil”, explica o cineasta.

Primeiro trabalho de Glauber Rocha no exílio, o filme “O Leão de Sete Cabeças” foi gravado na República do Congo, de forma experimental. O enredo aborda uma história alegórica sobre a dominação e a exploração do continente africano.

Reprise. 95 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 00h30




Domingo, 11 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Lo más bonito e mis mejores años
00h00, na TV Brasil

Título original: Lo más bonito e mis mejores años. País de origem: Bolivia. Ano de estreia: 2005. Gênero: drama. Direção: Martín Boulocq, com Juan Pablo Milán, Roberto Guillón, Alejandra Lanza, Alicia Saavedra.

Berto é um introvertido jovem de Cochabamba, na Bolívia. Para pagar a passagem com a qual quer deixar a Bolívia, ele decidir vender o seu bem mais precioso, um carro Volkswagen de 1965 herdado de seu avô.

Assim, ao lado de seu melhor amigo Victor, Berto embarca em uma excursão pela cidade, a fim de vender o veículo. Camila se junta a eles e o trio constrói uma curiosa fábula sobre a vida urbana boliviana.

O drama dirigido por Martín Boulocq ganhou o prêmio de Melhor Filme no Festival de Trieste (Itália) e no Festival de Guadalajara (México) em que também recebeu Menção Especial do Júri. No Festival de Valdivia (Chile), o longa conquistou o Prêmio da Crítica. Já no Festival de Havana (Cuba), o filme foi reconhecido com a premiação por sua contribuição artística.

Inédito. 97 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00


Domingo11 de outubro (madrugada de domingo para segunda-feira)

A Familia do Barulho
01h45, na TV Brasil

Ano: 1970. Gênero: comédia. Direção: Julio Bressane, com Helena Ignez, Kleber Santos, Maria Gladys, Grande Otelo.

Uma família formada por uma prostituta e dois homossexuais vive uma vida rotineira no Rio de Janeiro. Quando a prostituta ameaça para de sustentar os dois malandros, eles decidem encontrar uma odalisca como uma alternativa para manter a sua vida fácil.

Filme do cinema marginal, o longa “A Família do Barulho” foi mais uma das tantas obras experimentais do cineasta Júlio Bressane. No elenco, a produção reúne nomes como Helena Ignez e Grande Otelo.

Reprise. 75 min.
Classificação Indicativa: 16 anos

Horário: 01h45

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