quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Filmes da TV Brasil de 19 a 28 de fevereiro de 2016

Sexta-feira, 19 de fevereiro (madrugada de sexta-feira para sábado)

Recordações da Casa Amarela
00h30, na TV Brasil

Título original: Recordações da Casa Amarela. País de origem: Portugal. Ano de estreia: 1989. Gênero: comédia. Direção: João César Monteiro, com João César Monteiro, Manuela de Freitas, Ruy Furtado, Teresa Calado, António Terrinha, Violeta Sarzedas, Madalena Lua, João Bérnard da Costa, Sabina Sacchi, Manuel Gomes, Maria Ângela de Oliveira, Maria da Luz Fernandes, Vasco Sequeira, José Nunes.

Um homem de meia-idade vive no quarto de uma pensão barata na zona antiga e ribeirinha de Lisboa em 1989. Atormentado pela doença e por outros problemas, ele se distraiu com música clássica e assistindo filmes para enfrentes o desatino da miséria. É despejado do local após um frustrado atentado ao pudor contra a filha da dona da pensão.

Sozinho e sem dinheiro, o homem se vê oprimido pela frieza da vida urbana até que é internado em um hospício. Ele sai de lá, como homem livre e sensato, com a firme determinação: está empenhado em cumprir uma estranha tarefa confiada por um velho amigo que também sofre de transtornos mentais.

A comédia “Recordações da Casa Amarela” é a primeira obra da trilogia do saudoso cineasta português de João César Monteiro em que o próprio diretor interpreta o seu alter-ego na figura de João de Deus. O filme foi premiado com o Leão de Prata no Festival de Veneza.

Reprise. 122 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30




Sábado, 20 de fevereiro

As incríveis histórias de um navio fantasma
15h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: André Pires Bomfim e Gustavo Rosa de Moura.

Em meio à Grande Depressão, Los Angeles prepara-se para sediar uma Olimpíada dos sonhos em 1932 na terra do cinema. Longe dos holofotes, uma delegação tropical faz de tudo para entrar em cena.

É que a crise financeira no Brasil também fez a diferença nos Jogos e os atletas brasileiros viajaram para Los Angeles financiados pelo governo do país a bordo de um cargueiro, em troca de trabalho. A delegação embarcou com 50 mil sacas de café e tinha de vender a semente pelo caminho. Quem não vendesse não competiria.

O documentário “As incríveis histórias de um navio fantasma” conta os desafios enfrentados pela delegação brasileira daqueles jogos: a viagem em um navio carregado de café, a falta total de recursos, o despreparo técnico e emocional, o esforço e a superação. Mesmo não ganhando nada naquela edição dos Jogos Olímpicos, a participação brasileira deu muito o que falar.

Inédito. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00



Sábado, 20 de fevereiro

Valsa para Bruno Stein
22h00, na TV Brasil

Ano: 2007. Gênero: drama. Direção: Paulo Nascimento, com Walmor Chagas, Ingra Liberato, Aracy Esteves, Fernanda Moro, Leonardo Machado, Marcos Verza, Sirmar Antunes, Clemente Viscaino, Yonara Karam, Sergio Mantovanim, Carmen Silva, Nicola Siri.

Bruno Stein vive com sua família em um lugar no meio do nada. São três gerações em conflito: Bruno Stein sente próximo o fim da vida; a neta, Verônica, só espera o momento de ir embora; Valéria, a nora, tenta se conformar com sua solidão.

O patriarca chegou ao Brasil logo após a segunda guerra mundial, vindo com a família da Alemanha. Uma rígida moral protestante norteia a vida de Bruno, tornando difícil o relacionamento com a família. As netas o ignoram e a mulher já não representa muito para ele.

Bruno tenta envolver-se com o trabalho na olaria, com as esculturas, mas nada o motiva. A chegada de Gabriel, um empregado que ele passa a ver como um “arcanjo”, coincide com alguns acontecimentos que começam a mudar a vida de Bruno e das pessoas do lugar.

Um súbito encontro desperta nele novamente a vontade de viver. Bruno e Valéria se apaixonam. E ao mesmo tempo em que descobrem a paixão, lutam com todas as forças para sufocá-la.

Verônica toma a decisão de ir embora e viver a liberdade que a mãe, Valéria, gostaria de ter vivido. Gabriel, com sua ingenuidade, mostra a Bruno que a vida pode ser muito simples. Mas a chegada do filho Luis demonstra que nada poderá ser simples.

Dirigido por Paulo Nascimento, o drama “Valsa para Bruno Stein” é a história de pessoas que precisam tomar decisões que mudarão suas vidas e o preço a ser pago por isto. O filme é uma adaptação do romance homônimo de Charles Kiefer. Protagonizado pelo veterano Walmor Chagas, o longa conquistou o prêmio de Melhor Atriz para Ingra Liberato no Festival de Gramado.

Inédito. 88 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 22h00



Sábado, 20 de fevereiro

Os Caras da Esquina
23h15, na TV Brasil

Título original: Los Maes de la Esquina. País de origem: Costa Rica. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Juan Manuel Fernández.

Ambientado em La Carpio, comunidade na periferia de San José, capital da Costa Rica, o documentário apresenta o cotidiano de jovens que buscam sobrevier em meio à marginalização, à pobreza, e à indiferença social. Na região, moram mais de 35 mil pessoas que vivem em um clima de sufoco e desesperança.

Uma esquina da comunidade se tornou um ponto de encontro para Larry, Héctor, Douglas "O Transformer" e um grupo de adolescentes. Para eles esta esquina é sua última possibilidade, última via, não de fuga, mas de convívio sadio, e por que não, de salvação.

Douglas trabalhava como pintor de dia e roubava à noite enquanto Larry promovia brigas de rua e Héctor era viciado em drogas. O grupo social ajuda esses jovens que cresceram em uma realidade difícil.

Dirigido por Juan Manuel Fernández”, o documentário “Os Caras da Esquina” mostra que na interação os rapazes passam a se dedicar a atividades como o rap, o estudo e a fé.

Inédito. 52 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 23h15


Sábado, 20 de fevereiro (madrugada de sábado para domingo)

Cronos
00h15, na TV Brasil

Título original: Cronos. País de origem: México. Ano de estreia: 1993. Gênero: terror/drama. Direção: Guillermo del Toro, com Federico Luppi, Ron Perlman, Claudio Brook, Margarita Isabel, Tamara Shanath.

Em 1536, o alquimista Humberto Oganelli chegou ao México onde criou um objeto chamado Cronos que concede vida eterna a quem o detém. A invenção, esculpida em ouro 24 quilates, contém um complexo mecanismo de engrenagens, alavancas e um organismo estranho. O alquimista não só criou o artefato, mas deixou um diário com regras precisas e rigorosas sobre o seu uso.

Quatro séculos depois, a queda de parte de um prédio gera algumas vítimas. Entre elas está um homem de pele estranha, alquimista. As autoridades localizaram sua residência, mas jamais divulgaram o que encontraram no local.

Após uma breve investigação, o conteúdo da mansão é leiloado. Com isso Cronos chega às mãos de um vendedor de antiguidades que, acidentalmente, dispara seu mecanismo.

Do interior do artefato sai uma aranha que injeta no corpo de seu portador um estranho líquido. Aos poucos ele percebe que seu corpo está rejuvenescendo, mas também passa a ter uma obsessão por sangue.

Estréia de Guillermo del Toro como diretor, o longa de terror mexicano “Cronos” ganhou o Prêmio Mercedes-Benz, no Festival de Cannes, e conquistou os prêmios no Festival de Havana, nas categorias de Melhor Filme de Estréia e Melhor Pôster.

A Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas reconheceu a produção em seis categorias com os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro, Melhor Ator (Daniel Giménez Cacho), Melhor Cenografia e Melhor Efeitos Especiais. O Festival de Guadalajara concedeu ao longa o prêmio na categoria Melhor Filme.

Reprise. 92 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h15


Sábado, 20 de fevereiro (madrugada de sábado para domingo)

Polinter
02h00, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Dafne Capella.

Na caçamba abafada de um camburão policial, prisioneiros são transferidos de uma penitenciária para outra. Detidos, em sua maioria por pequenos furtos, eles se encontram agora em um limbo burocrático, que legalmente não existe.

Dirigido por Dafne Capella, o documentário brasileiro “Polinter” foi escolhido o Melhor Filme pelo júri popular da 9ª Mostra Cinema e Direitos Humanos do Hemisfério Sul.

Reprise. 57 min.
Classificação Indicativa: 12 anos
Horário: 02h00



Domingo, 21 de fevereiro

Meu Japão Brasileiro
16h30, na TV Brasil

Ano de estreia: 1965. Gênero: comédia. Direção: Glauko Mirko Laurelli, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Célia Watanabe, Zilda Cardoso, Carlos Garcia, Reynaldo Martini, Adriano Stuart Elk Alves, Francisco Gomes, Judith Barbosa, Bob Junior, Ivone Hirata, Luiz Tokio, Luzia Yoshigumi.

Em uma comunidade rural nipo-brasileira, Mazzaropi é um agricultor chamado Fofuca que enfrenta a exploração descarada do “seu” Leão, responsável por intermediar os negócios entre os produtores e o comércio na cidade.

Após muito penar em suas mãos, Fofuca articula com os camponeses a formação de uma cooperativa agrícola. Mas seu Leão e seus filhos não vêem com bons olhos esta iniciativa e vão fazer de tudo para impedir Fofuca e seus amigos de conseguir se dar bem neste Japão brasileiro.

Reprise. 102 min.
Classificação indicativa: Livre
Horário: 16h30




Domingo, 21 de fevereiro (madrugada de domingo para segunda-feira)

El Viñedo
00h00, na TV Brasil

Título original: El Viñedo. País de origem: Uruguai. Ano de estreia: 2000. Gênero: drama. Direção: Esteban Schroeder, com Danilo Rodríguez, Liliana García, Eduardo Guerrero.

Quatro garotos jogam futebol quando a bola vai parar no meio de um vinhedo. Eles entram no local, sem saber que o dono das terras é um homem poderoso e tirânico. De repente o homem chega à sua propriedade. Os garotos fogem, mas apenas três deles conseguem escapar.

Um jornalista promove a investigação para descobrir o que houve com o menino. O repórter acredita que o caso tem conotações políticas e não foi um acontecimento isolado. Tenta contornar a indolência polícia, as pressões que sofre no jornal para o qual trabalha e as pessoas que defendem a “justiça com as próprias mãos”.

Baseado em fatos reais, o longa marca a estreia do diretor Esteban Schroeder. O drama uruguaio foi exibido no Festival Latino em Los Angeles, no Festival de Gramado, no Festival de Viña del Mar (Chile) e no Festival Latino de Chicago, entre outros eventos de cinema.

Inédito. 87 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00



Domingo, 21 de fevereiro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Menos que nada
01h30, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: drama. Direção: Carlos Gerbase, com Alexandre Vargas, Artur Pinto, Branca Messina, Carla Cassapo, Elisa Volpatto, Felipe Kannenberg, Felipe Monaco, Letícia Lahude, Maria Manoella, Matheus Zoltowski, Roberto Oliveira, Rosanne Mullhlland.

Dante (Felipe Kannenberg) está internado num hospital psiquiátrico com diagnóstico de esquizofrenia. Ele não fala com ninguém, nem recebe visitas, permanecendo indiferente ao mundo.

Após ver Dante surtar no pátio do hospital, a Dra. Paula (Branca Messina), uma jovem psiquiatra fica interessada pelo caso. Disposta a desvendar as relações sociais do seu paciente, a médica faz uma série de entrevistas com pessoas que conviviam com ele antes do internamento.

Misto de drama psicológico e investigação policial, o longa “Menos que nada” também é uma reflexão sobre os limites do tratamento das perturbações mentais. Dirigido por Carlos Gerbase, o filme é uma adaptação do conto “O Diário de Redegonda”, do médico e escritor austríaco Arhur Schnitzler (1862-1931).

Reprise. 105 min.
Classificação Indicativa: 14 anos.
Horário: 01h30



Segunda-feira, 22 de fevereiro (madrugada de segunda para terça-feira)

No tengas miedo
00h30, na TV Brasil

Título original: No tengas miedo. País de origem: Espanha. Ano de estreia: 2011. Gênero: drama. Direção: Montxo Armendáriz, com Michelle Jenner, Lluís Homar, Belén Rueda, Nuria Gago, Rubén Ochandiano, Cristina Plazas, Javier Pereira.

Silvia é uma menina que sofreu abusos sexuais cometidos por seu pai na infância. Com 25 anos, ela decide reconstruir sua vida e enfrentar as pessoas, os sentimentos e as emoções que a mantêm ligada ao passado. Em sua luta contra a adversidade e contra si mesma, Silvia vai aprender a controlar seus medos e se tornar uma adulta, senhora de seus atos.

Dirigido pelo cineasta Montxo Armendáriz, o drama espanhol “No tengas miedo” conquistou o Prêmio de Direitos Humanos no Festival Fuentes de Ebro, em Zaragoza na Espanha. O filme foi reconhecido com o prêmio de Melhor Atriz (Michelle Jenner) no Prêmio San Jordi, em Barcelona; pelo Círculo de Roteiristas de Cinema da Espanha e pelo Cinema Jovem de Valência, todos na Espanha.

O Festival da Solidariedade, em Cáceres na Espanha, concedeu o prêmio de Melhor Ator (Lluis Homar). Já o Festival de Lecce, na Itália, prêmiou o drama nas categorias Melhor Roteiro e Melhor Ator Coadjuvante (Ruben Ochandiano).

Reprise. 89 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30




Terça-feira, 23 de fevereiro (madrugada de terça para quarta-feira)

Los proximos pasados
00h30, na TV Brasil

Título original: Los proximos pasados. País de origem: Argentina. Ano de estreia: 2006. Gênero: documentário. Direção: Lorena Muñoz.

Em 1933, o artista plástico mexicano David Alfaro Siqueiros pintou o mural "Exercício plástico" no porão da mansão de Natalio Botana, um excêntrico milionário argentino.

Setenta anos depois, o documentário “Los proximos pasados” mergulha no trabalho que, fragmentado em partes, permanece armazenado em cinco contêineres e exposto ao desgaste do tempo. Uma fábula sobre o que já não é sobre o próximo passado.

A produção dirigida por Lorena Muñoz, conquistou o prêmio FIPRESCI no Festival de Cinema Independente de Buenos Aires. Também foi reconhecida com os prêmios de Melhor Documentário e Melhor Roteiro entregue pela Associação de Críticos de Cinema da Argentina

Reprise. 85 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30


Quarta-feira, 24 de fevereiro

Árido Movie
22h00, na TV Brasil

Ano: 2006. Gênero: drama. Direção: Lírio Ferreira, com Guilherme Weber, Giulia Gam, Gustavo Falcão, Selton Mello, José Dumont.

Jonas (Guilherme Weber) é um famoso repórter do tempo de uma grande emissora de televisão que mora em São Paulo. Ele retorna à sua cidade-natal, no interior do Nordeste, para o enterro do pai (Paulo César Pereio) com quem teve pouquíssimo contato e que foi assassinado.

No caminho para a região, Jonas enfrenta problemas para chegar ao seu destino até que recebe carona de Soledad (Giulia Gam). A videomaker que está fazendo um documentário sobre a água no sertão. Ao chegar à cidade, ele encontra uma parte da família que não conhecia até então. Os parentes cobram que ele se vingue da morte do pai.

O drama “Árido Movie”, dirigido por Lírio Ferreira, conquistou seis prêmios no Festival Cine PE nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Selton Mello), Melhor Fotografia, Melhor Edição e Prêmio da Crítica.

A Associação Paulista de Críticos de Arte reconheceu a produção com o prêmio de Melhor Edição. O filme ainda ganhou o prêmio Lente de Cristal na categoria de Melhor Diretor no Festival de Cinema Brasileiro de Miami. No Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o longa recebeu 12 indicações.

Reprise. 115 min.
Classificação indicativa: 16 anos
Horário: 22h00




Quarta-feira, 24 de fevereiro (madrugada de quarta para quinta-feira)

Jonas y la ballena rosada
00h30, na TV Brasil

Título original: Jonas y la ballena rosada. País de origem: Bolívia. Ano de estreia: 1995. Gênero: drama. Direção: Juan Carlos Valdivia, com Dino García, María Renée Prudencio, Julieta Egurrola, Guillermo Gil, Claudia Lobo, Elías Serrano, Etelvina Peña, Juan Claudio Lechín.

A trama é ambientada em Santa Cruz de la Sierra, maior e mais populosa cidade da Bolívia, em 1984, num contexto de hiperinflação, tráfico de drogas e caos total. Casado com Talia, filha de uma família rica no país, o protagonista Jonas vive um dilema. Os parentes querem forçá-lo a deixar seu posto de maestro na escola para exercer a sua profissão de advogado.

Ao mesmo tempo, Jonas se vê envolvido em um perigoso jogo de sedução com a cunhada adolescente Julia que entra em sua vida com o pretexto de aprender fotografia. Os dois começam um tórrido romance em segredo no úmido e escuro porão onde fica o estúdio fotográfico em que vivem suas aventuras.

Quando a sogra de Jonas descobre o relacionamento e aciona marginais, o rapaz tenta tirar Julia desse ambiente medíocre e da influência dos traficantes de drogas envolvidos com sua família.

Primeiro longa do diretor Juan Carlos Valdivia, o drama boliviano “Jonas y la ballena rosada” é baseado no romance hômonimo de Wolfango Montes. Coproduzido com o México, o longa lançado em 1995 foi o filme com maior orçamento no cinema boliviano até então. A história apresentada nas telas reflete a dura realidade do país com o crescente poder dos traficantes de drogas naquela década.

O drama foi reconhecido como o Melhor Filme no Festival de Cartagena (Colômbia). Também conquistou o prêmio de Melhor Fotografia no Festival do Novo Cinema Latino-Americano de Havana e recebeu premiação na categoria Melhor Roteiro oferecida pela Fundação do Novo Cinema Latino-Americano. Já no Festival de Gramado, a película foi indicada ao prêmio de Melhor Filme Latino.

Reprise. 92 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30


Quinta-feira, 25 de fevereiro

55s4' – A Virada
19h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Ricardo Dias.

A história do nadador Manoel dos Santos Junior ganha as telas na voz do próprio ex-atleta. No documentário, ele relata a sua trajetória esportiva e o momento mais marcante da carreira: a medalha de ouro nos 100 metros, na modalidade nado livre, nos Jogos Olímpicos de Roma, em 1960.

No ano seguinte à conquista olímpica, Manoel estabeleceu novo recorde mundial, com tempo inclusive melhor do que aquele obtido nos Jogos de Roma. Nadando sozinho na piscina do Clube de Regatas Guanabara, ele completou os 100 m livres em 53s6, numa época em que o esporte ainda era amador no país.

Dirigido por Ricardo Dias, o documentário “55s4' – A Virada” mostra como a grande prova da natação marcou a história de Manoel dos Santos Junior. O filme recorda as conquistas do nadador e a importância do técnico Minoro Hirano.

Reprise. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 19h00


Quinta-feira, 25 de fevereiro (madrugada de quinta para sexta-feira)

5 dias sin Nora
00h30, na TV Brasil

Título original: 5 dias sin Nora. País de origem: México. Ano de estreia: 2008. Gênero: comédia dramática. Direção: Mariana Chenillo, com Fernando Luján, Ari Brickman, Verónica Langer, Enrique Arreola, Max Kerlow, Cecilia Suárez, Juan Carlos Colombo, Angelina Peláez, Silvia Mariscal, Juan Pablo Medina, Rodrigo Cachero, Marina de Tavira.

Antes de morrer, Nora (Silvia Mariscal) elabora um plano para que seu ex-marido José (Fernando Luján) seja o responsável por cuidar do seu funeral. No entanto, uma foto esquecida debaixo da cama provoca um resultado inesperado. A situação revela que as maiores histórias de amor se escondem nos menores lugares.

Quando José descobre que sua ex-esposa com quem foi casado por 30 anos cometeu suicidou, ele procura um rabino para tratar do funeral. O religioso avisa que, caso não queira enterrá-la imediatamente, José só poderá fazê-lo em cinco dias, devido às festividades da Páscoa judaica.

O homem decide, então, esperar para que seu filho possa estar presente. Ao longo dos cinco dias de convivência com o corpo, José se entrega a reminiscências de sua vida com a mulher. Aos poucos, ele descobre pistas de que ela arquitetou meticulosamente um mórbido equema para que ele estivesse ali cuidando do seu funeral.

Dirigida por Mariana Chenillo, a comédia dramática mexicana “5 dias sin Nora” ganhou o Prêmio de Melhor Filme e Melhor Diretor no Festival de Los Angeles. Já no Festival de Mar Del Plata (Argentina), o longa conquistou o Prêmio de Melhor Filme. No Festival de Huelva (Espanha), venceu na categoria Melhor Ator (Fernando Luján).

A produção também conquistou o Premio Ariel (México) de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Música e Melhor Ator (Fernando Luján). Também recebeu o Prêmio do Público no Festival de Morelia (México) e no Festival de Miami. No Festival de Moscou, o filme foi reconhecido com o Prêmio de Melhor Diretor.

Reprise. 93 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30


Sexta-feira, 26 de fevereiro (madrugada de sexta-feira para sábado)

Técnicas de duello: una cuestión de honor
00h30, na TV Brasil

Título original: Técnicas de duello: una cuestión de honor. País de origem: Colômbia. Ano de estreia: 1989. Gênero: comédia. Direção: Sergio Cabrera, com Julián Román, Frank Ramírez, Humberto Dorado, Florina Lemaitre, Vicky Hernández, Kepa Amuchástegui, Ángelo Javier Lozano, Edgardo Román, Manuel Pachón.

No final dos anos 1950, nas montanhas tropicais dos Andes, um povoado sem nome tem sua habitual calma alterada pelo iminente duelo de morte entre o professor e o açougueiro, até então amigos íntimos e companheiros de luta política.

O acerto de contas à moda antiga vai mobilizar o vilarejo. Aproveitando-se dos acontecimentos que cercam a situação, o prefeito consegue obter a resignada, porém ativa colaboração da polícia. A trama da comédia colombiana “Técnicas de duelo: una cuestión de honor” é o reflexo de um método infalível para dizimar a oposição sem mexer um só dedo.

Dirigido por Sergio Cabrera, o longa conquistou os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator (Frank Ramirez), Melhor Atriz (Vicky Hernández) e Melhor Edição no Festival de Bogotá. A comédia ainda foi reconhecida como o Melhor Filme no Festival de San Juan (Porto Rico), no Festival de Biarritz (França) e mp Festival Latino-Americano de Nova York.

No Brasil, a produção colombiana também foi lembrada. O longa foi reverenciado no Festival de Gramado nas categorias Melhor Filme e Prêmio da Crítica.

Reprise. 122 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h30



Sábado, 27 de fevereiro

Bete do Peso
15h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2013. Gênero: documentário. Direção: Kiko Mollica.

Maria Elisabete Jorge, conhecida como “Bete do Peso”, foi a primeira levantadora de peso a defender o Brasil em uma edição das Olimpíadas. Esse esporte, presente nos Jogos Olímpicos desde o início das competições na Era Moderna, só incluiu a participação feminina em 2000.

O documentário dirigido por Kiko Mollica busca divulgar essa modalidade pouco reconhecida no país e resgatar a história dessa brasileira de origem humilde. A atleta chegou a Sydney aos 43 anos de idade e utilizou o esporte para ultrapassar fronteiras sociais.

Inédito. 26 min.
Classificação Indicativa: Livre
Horário: 15h00



Sábado, 27 de fevereiro

Eles Voltam
22h00, na TV Brasil

Ano: 2012. Gênero: drama. Direção: Marcelo Lordello, com Maria Luiza Tavares, Georgio Kokkosi, Elayne de Moura, Mauricéia Conceição, Jéssica Silva, Irma Brown, Clara Oliveira, Germano Haiut, Teresa Costa Rêgo.

Cris (Maria Luíza Tavares) e Peu (Georgio Kokkosi), seu irmão mais velho, são deixados na beira de uma estrada pelos próprios pais. A menina de 12 anos e o garoto foram castigados por brigar constantemente durante uma viagem à praia. Em pouco tempo, os irmãos percebem que o castigo vem a se tornar um desafio ainda maior.

Após algumas horas, ao notar que os pais não retornaram, Peu parte em busca de um posto de gasolina. Cris permanece no local por um dia inteiro e, sem notícias dos pais ou do irmão, decide percorrer ela mesma o caminho de volta para casa.

Primeiro longa de ficção do diretor Marcelo Lordello, o drama nacional “Eles Voltam” acompanha Cris em sua jornada de retorno ao lar. A trama apresenta uma história feita de encontros, em que realidades distintas serão os guias dos personagens no percurso. O flime é uma fábula de tons realistas sobre as vivências que farão Cris se revisitar.

A produção recebeu muitos prêmios na estreia no Festival de Brasília. “Eles Voltam” conquistou os Candangos de Melhor Atriz (Maria Luiza Tavares), Melhor Atriz Coadjuvante (Elayne Moura) e Melhor Filme - dividido com “Era uma vez eu, Verônica”, de Marcelo Gomes.

Inédito. 105 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 22h00



Sábado, 27 de fevereiro

A Ilha e os Signos
00h15, na TV Brasil

Título original: La Isla y los signos. País de origem: Cuba. Ano de estreia: 2014. Gênero: documentário. Direção: Raydel Araoz.

O documentário traça um panorama sobre a vida e obra do cartógrafo Samuel Feijóo retratadas através de sua revista “Signos” e da cultura popular da região central de Cuba. A produção apresenta as festas e as pinturas para refletir sobre a vida do camponês. Nesse contexto, o ilme busca o Samuel mítico que ainda sobrevive na região.

O período de 1969 a 1985 marcou o início de uma nova cartografia de Cuba. Samuel Feijóo decidiu encontrar a Ilha mítica e, para isso, instalou-se no centro do país e publicou de maneira regular um livro de viagens, com aparência de revista, registando sua própria travessia pelo universo mitológico da cultura popular.

Vinte e quatro anos depois, um jovem deseja esboçar esse trajeto, seguindo a rota deixada por Feijóo em “Signos”. A ideia é que a jornada projete na tela o mapa do mundo mítico de Feijóo, sua vida, e sua entrada no imaginário popular.

Inédito. 52 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Horário: 00h15


Sábado, 27 de fevereiro (madrugada de sábado para domingo)

Con mi corazón en Yambo
01h15, na TV Brasil

Título original: Con mi corazón en Yambo. País de origem: Equador. Ano de estreia: 2011. Gênero: documentário. Direção: María Fernanda Restrepo, com Pedro Restrepo, María Fernanda Restrepo, Doris Morán.

O documentário é uma crônica de um dos crimes mais controversos da história do Equador: o desaparecimento dos irmãos Restrepo. Os rapazes de 14 e 17 anos sumiram em Quito, capital equatoriana, em 1988.

Até hoje, o caso não foi elucidado. Os corpos dos meninos foram jogados no lago Yambo, mas sua localização ainda é incerta. O filme narra o episódio polêmico, brutal e, infelizmente, esquecido. A obra atravessa as estruturas políticas e policiais de um passado recente e obscuro do Equador.

Dirigido pela irmã dos garotos, María Fernanda Restrepo, o documentário capta o poder da memória para manter os parentes vivos. O longa “Con mi corazón en Yambo” foi premiado em muitos festivais de cinema no continente americano e na Europa.

Reprise. 137 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 01h15



Domingo, 28 de fevereiro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Mutum
00h00, na TV Brasil

Ano de estreia: 2007. Gênero: drama. Direção: Sandra Kogut, com Thiago da Silva Mariz, Wallison Felipe Leal Barroso, João Miguel, Izadora Fernandes, Rômulo Braga, Paula Regina Sampaio da Silva, Maria das Graças Leal de Macedo, Eduardo da Luz Moreira.

"Mutum" significa mudo. É o nome de um pássaro preto que canta apenas durante a noite. E é também o nome de um local isolado no território árido de Minas Gerais, onde Thiago e sua família vivem.

Thiago tem dez anos e é uma criança diferente das outras. Através de seus olhos, o espectador pode entrar no mundo adulto, cheio de neblina, traição, violência e silêncio. Na companhia de Felipe, seu irmão e único amigo, Thiago encontrar uma maneira de salvar a si mesmo a partir de seu entorno.

Dirigido por Sandra Kogut, o drama “Mutum” foi reconhecido em vários eventos da sétima arte. O longa conquistou o prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio, no Festival de Bogotá, no Festival de Havana e no Festival do Cinema Brasileiro de Paris.

Já no Festival de Rotterdam, a película venceu na categoria Melhor Diretora (Sandra Kogut). No Festival do Cinema Brasileiro de Paris, o filme ganhou os prêmios do Juri, Melhor Diretora (Sandra Kogut), e Melhor Ator (Thiago da Silva Mariz).

Reprise. 85 min.
Classificação Indicativa: 18 anos
Horário: 00h00



Domingo, 28 de fevereiro (madrugada de domingo para segunda-feira)

Calle Santa Fé
01h30, na TV Brasil

Título original: Calle Santa Fé. País de origem: Chile. Ano de estreia: 2007. Gênero: documentário. Direção: Carmen Castillo.

Em 05 de outubro de 1974, em Calle Santa Fe, um subúrbio de Santiago, capital do Chile, Carmen Castillo é ferido e seu sócio e chefe do MIR, Miguel Henriquez, morre em combate.

O documentário é uma viagem no tempo que a diretora realiza por sua própria história, pela do país e do MIR. A produção consiste em uma busca dolorosa, mas restauradora que atravessa a obsessão de saber se mereciam pena os atos de resistência de seus companheiros do MIR e se fez sentido a morte de Miguel.

Calle Santa Fé” conquistou o reconhecimento como Melhor Direção Documental no Prêmio Altazor das Artes Nacionais do Chile. Também foi premiado como Melhor Documentário Latinoamericano no Festival de Cinema Contemporâneo da Cidade do México. O longa ainda recebeu o Prêmio do Público no Festival de Cinema Documental do Equador.

Reprise. 167 min.
Classificação Indicativa: 18 anos.
Horário: 01h30

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