quarta-feira, 9 de novembro de 2016

SBT acaba de lançar a novela “Carinha de Anjo”

Na foto: elenco completo da novela Carinha de Anjo, autoras Iris Abravanel e Leonor Corrêa, e diretor-geral, Ricardo Mantoanelli, na coletiva de imprensa. Crédito: Lourival Ribeiro/SBT

Acaba de acontecer no estúdio 1 da sede do SBT a coletiva de imprensa para o lançamento da novela Carinha de Anjo, que reuniu mais de 100 jornalistas, além da presença da autora Leonor Corrêa, da supervisora-geral Iris Abravanel, do diretor-geral Ricardo Mantoanelli, do diretor de Planejamento Artístico e Criação Fernando Pelegio, do diretor de Planejamento de Programação Murilo Fraga, além do elenco completo da trama, que inclui a atriz mexicana Lucero e a protagonista Lorena Queiroz. As mães dos atores mirins também estiveram presentes, assim como toda a equipe que produz o novo folhetim da emissora. 


Crédito: Lourival Ribeiro/SBT

Crédito: Lourival Ribeiro/SBT

É com um jeitinho doce de ver o mundo que o SBT aposta em sua nova novela, Carinha de Anjo, adaptação da autora Leonor Corrêa, sob supervisão geral da também autora Iris Abravanel e com direção-geral de Ricardo Mantoanelli. A trama continuará a bem sucedida marca da emissora de unir a família brasileira com a estreia que acontece na segunda-feira, dia 21 de novembro, às 8 e meia da noite, no SBT

Carinha de Anjo é uma novela doce, emocionante, divertida e musical. Crianças e adultos vão se divertir com as aventuras de Dulce Maria e se identificar com as novas famílias que integram essa versão da novela, afirma Leonor Corrêa sobre a primeira telenovela de sua carreira. “Quem me conhece sabe que escrever sempre foi o meu ofício preferido. Une paixão, prazer, responsabilidade e determinação. O convite de Iris Abravanel foi o melhor presente que recebi nesses 32 anos de carreira e também o maior desafio”, completa a autora.

A novela Carinha de Anjo, adaptação da mexicana Carita de Ángel (Televisa), se passa em Doce Horizonte, cidade interiorana fictícia que une o charme dos pequenos municípios com os atrativos de uma grande cidade com empresas, centros comerciais, shopping e aeroporto. De um lado, os jovens antenados da era digital e empresários do centro urbano, do outro os moradores de uma divertida e encantadora propriedade rural. Duas realidades que fazem parte do dia-a-dia de Dulce Maria Lários (Lorena Queiroz), garotinha carismática e sapeca, carinhosamente chamada pela mãe de Carinha de Anjo.

Dulce Maria tem a doçura, ingenuidade, inteligência e alegria naturais dos 5 anos de idade. É brincalhona, aventureira e extremamente curiosa. Diverte a todos com seus comentários e perguntas indiscretas e surpreende com suas descobertas. Ela é filha única de Gustavo Lários (Carlo Porto), bem-sucedido empresário da cafeicultura brasileira, e da mexicana Tereza Rezende Lários (Lucero), mãe acolhedora de sábios conselhos e voz adorável, que faleceu num acidente quando Dulce Maria tinha apenas 3 anos de idade. Traumatizado com a tragédia, Gustavo deixou a filha em um colégio interno católico rural e mudou-se para a Espanha. Durante dois anos, viveu isolado da família.  

Na ausência do pai, Dulce Maria contou com o afeto e os cuidados de Estefânia (Priscila Sol), prima de Gustavo (apelidada por ela de “Tia Perucas”) que é cheia de estilo e personalidade. Sua marca é o visual monocromático da cabeça aos pés, ou seja, da peruca ao sapato, que reflete seu humor. Recebeu ainda a atenção do Padre Gabriel (Alcemar Vieira), seu tio paterno, e de todas as freiras e noviças do internato onde vive e estuda.

Quase todas as noites, Dulce Maria sonha com Tereza. Elas se encontram numa lúdica casa de bonecas. Lá, mãe e filha vivem momentos mágicos, emocionantes, divertidos e a pequena Dulce é sempre abastecida de afeto e conselhos. 

No colégio é muito querida por todos. Criativa nas aventuras, sempre disposta a ajudar, e por isso mesmo vive se metendo em encrenca e arrumando confusão. É lá que ela recebe o carinho maternal da noviça Cecília (Bia Arantes), professora dedicada, protetora e zelosa. Também tem como parceira de travessuras a irmã Fabiana (Karin Hils), uma noviça quase rebelde e engraçada que comanda o coral do colégio. Já a Madre Superiora (Eliana Guttman), diretora do internato, não esconde seu afeto especial por Dulce Maria, mas também não deixa de passar os sermões e exigências sempre que necessários.

A história começa quando Gustavo resolve voltar para a cidade de Doce Horizonte e mostrar que cometeu um grande erro ao se afastar da filha. Recuperado da depressão após a morte de Tereza, ele retorna determinado a reconstruir a vida ao lado de Dulce Maria. Para a surpresa de Estefânia (Tia Perucas) e Gabriel, ele não volta sozinho. Nicole (Dani Gondim), a nova namorada, esbanja beleza, porém nenhuma vocação para a maternidade. O que o empresário não sabe é que Nicole só está interessada no status e dinheiro que pode ter se casando com Gustavo. Haydee (Clarice Niskier), a mãe de Nicole, e Flávio (Eduardo Pelizzari), o irmão, paparicam Gustavo e sonham em se dar bem com a união do casal.

Dulce Maria rejeita a ideia de ver o pai casado novamente. Ela tem medo que ele nunca mais se lembre da mãe dela. É nos braços da noviça Cecília que Dulce Maria mais encontra segurança. É a única “mulher feminina que sonha em ter como segunda mãe”. Ao contrário de Nicole, com quem tem constantes desavenças e nenhuma afinidade. Dulce Maria gostaria que as noviças pudessem se casar. 

Os conflitos e questionamentos sobre a vocação religiosa da bela e doce Cecilia são constantes e, com o tempo, ela se vê dividida entre a religião e seus sentimentos velados por Gustavo. Com a chegada de Fátima (Rai Teichimam), irmã de Cecilia, a noviça recebe o incentivo para deixar a vida religiosa e lutar por seu amor. Mas, essa decisão não é nada fácil. Gustavo também não consegue esconder o fascínio que sente pela professora mais querida da filha desde o primeiro instante em que a encontra. Mas ele sabe que não pode alimentar um amor proibido. Não só pela resistência em assumir seus sentimentos, mas também por outras mulheres que aparecem em sua vida. Já Cecília, recebe uma atenção especial de André (Bruno Lopes), o médico da cidade.

Em casa, Dulce Maria convive com os funcionários: Silvestre (Blota Filho), o mordomo da família, e Franciely (Carol Loback), a cozinheira indiscreta. Logo aparece Vitor (Thiago Mendonça), amigo de Gustavo e chef de cozinha, que monta um food truckna cidade e se encanta pela Tia Perucas. Vitor conta com o auxílio da governanta Solange (Cristina Mutarelli), amiga de Silvestre.

No luxuoso prédio onde vive Gustavo, mora uma família divertida e conectada que também se aproxima de Dulce Maria. A adolescente Juliana (Maisa Silva) é vlogueira, fã de tecnologia e tem um canal na internet que atrai milhões de acessos e visualizações, o “Vlog da Juju” (https://www.youtube.com/vlogju2). Seu irmão, Emílio (Gabriel Miller), adotado, se torna grande amigo de Dulce Maria. E ambos são filhos de Rosana (Angela Dippe), síndica do condomínio, moderna e despachada, que anda pela cidade com seu triciclo motorizado nada discreto. Seu jeito irreverente encanta o delegado Peixoto (José Rubens Chachá), responsável, junto com seu fiel escudeiro, o policial Ribeiro (Carlos Mariano), por resolver os casos policiais que aparecem na cidade.

Nesses dois anos de isolamento do pai de Dulce Maria, a empresa de Gustavo,Rey Café, ficou sob os cuidados do amigo e diretor jurídico, Cristóvão (Guilherme Gorski). Ele é apaixonado por Estefânia, o que desperta ciúme na secretária dele, Silvana (Silvia Franceschi). 

Como toda garotinha, Dulce Maria tem no internato grandes amigas. As mais próximas são Adriana (Marianna Santos), Duda (Maria Eduarda Silva), Valentina (Valenthina Rodarte) e Lúcia (Helena Luz). Mas, uma dupla da pesada não se conforma com o carinho e atenção que Dulce recebe das noviças e não aceita sua liderança.  Bárbara (Renata Randel) e Frida (Sienna Belle) provocam Dulce Maria, criando situações que possam complicar sua vida no colégio, com o intuito de prejudicá-la.

No internato, Dulce Maria também encontra carinho e alegria na família do caseiro Inácio (Eddie Coelho) e sua esposa Diana (Camilla Camargo). Casal batalhador que cria os dois filhos com humildade e muito orgulho. O mais velho, Zeca (Jean Paulo Campos), está com 14 anos e é fruto do casamento anterior de Inácio. É um garoto doce que sonha em fazer sucesso como cantor de música sertaneja. Zé Felipe (Leonardo Oliveira), o caçula, tem 6 anos. É elétrico e criativo, o mais bagunceiro da casa. Com a contratação do jardineiro Pascoal (Camilo Bevilacqua) pela Madre Superiora, a família aumenta, já que ele se torna um avô postiço da garotada.

O SBT lança um novo talento na teledramaturgia, a pequena atriz Lorena Queiroz, de 5 anos de idade. “Fico encantada com o talento, carisma e dedicação dela. Esse é um trabalho que envolve a família da Lorena e todos esses profissionais que acompanham o dia a dia dos ensaios, preparação, bastidores, gravação, até a edição e sonorização final. Ela é mesmo uma carinha de anjo”, elogia a autora Leonor Corrêa. “Precisamos respeitar seus limites e ao mesmo tempo explorar o que ela tem de melhor: a espontaneidade. Agora que ela está super adaptada, se revelou uma atriz criativa e que tem sempre uma frase ou ação para agregar nas cenas. Isso é mágico e contagiante”, revela o diretor Ricardo Mantoanelli. “Dulce Maria exigia que a atriz reunisse uma série de qualidades que iam além do carisma, pois exigia maturidade, sem que isso a fizesse perder a criança que ela é. Encontramos isso na Lorena”, garante a diretora de elenco da trama, Márcia Ítalo, sobre a escolha de Lorena Queiroz. 

O bem-estar do elenco mirim é sempre um dos principais pilares das produções da emissora, por isso, além das crianças gravarem no máximo seis horas por dia, também possuem uma equipe qualificada que trabalha pelo desenvolvimento do dia a dia desses novos talentos. O SBT promove ainda palestras profissionais para instruir e orientar os pais dessas crianças. A fonoaudióloga Camila Mercatelli, a psicóloga Rosa Maria Naccarato, o preparador de elenco Ariel Moshe, a coach infantil Gisele Ramos e o professor de dança Eudóxio Júnior estabelecem um diálogo diário com o elenco e também com os pais dos atores mirins. “Seguimos os conceitos, preceitos e filosofia de nossa mentora, Iris Abravanel. Ela diz que somos como uma escola e por isso, mais do que preparar o elenco mirim para uma novela isolada, preparamos todos para ingressar no mercado de trabalho, compreendendo a profissão e tudo o que ela exige do ator. Podemos possibilitar que saiam mais fortes, maduros e preparados para o que a vida lhes reserva fora daqui. Unindo afeto e disciplina, cuidamos do corpo e da mente de nossos pequenos”, conta a diretora de elenco, Marcia Italo. O elenco adulto também recebe um cuidado especial, pois precisa entender e se adequar as dinâmicas necessárias para o trabalho com as crianças. 

Sobre ter uma estrela internacional no elenco, que é a atriz e cantora mexicana Lucero, a equipe da novela elogia o desempenho da interprete de Tereza e conta como foi o processo de adaptação para essa personagem. “Quando o diretor de Planejamento Artístico e Criação do SBT, Fernando Pelegio, sugeriu o nome de Lucero, ficamos todos muito empolgados, já que a atriz é querida do público brasileiro. A Lucero fala bem o português, mas é claro que o perfil de Tereza foi adaptado. A personagem nasceu no México, mas foi criada no Brasil”, conta Leonor. “É um privilégio trabalhar com ela. De cara virou uma espécie de madrinha do elenco e equipe. É doce, ativa, atenta a direção e possui energia de criança. Por isso foi imediata a química entre ela e Lorena”, elogia Mantoanelli.

A direção musical de Carinha de Anjo é assinada por Arnaldo Saccomani e Laércio Ferreira, que prometem inovação com uma trilha sonora repleta de canções inéditas e versões, ou seja, que não fizeram parte da versão mexicana, com exceção da música de abertura que desta vez foi regravada em português e também em espanhol na voz de Lucero. “Estamos regravando alguns hits do passado, com arranjos novos e repaginados, além de uma série de músicas inéditas compostas especialmente para Carinha de Anjo”, conta Laércio Ferreira. Sobre dirigir musicalmente a estrela internacional Lucero, que gravou quatro canções para a novela, Laércio revela: “A Lucero é um exemplo de profissionalismo e dedicação. Chegou para nós pronta, ensaiada e afinada. Sempre muito simpática e solicita”. Haverá ao menos uma canção gravada em inglês na trilha sonora, que é o caso de “Oh Happy Day”, na voz dos coros do internato, com participação de Karin Hils, que interpreta a irmã Fabiana. Entre sucessos nacionais que ganham nova versão estão títulos como: “A Montanha” e “Jesus Cristo”, de Roberto Carlos Erasmo Calos, “É o Amor”, de Zézé Di Camargo e “Majestade, o Sabiá”, de Roberta Miranda

Os videoclipes também estarão presentes em Carinha de Anjo, característica presente nas novelas do SBT dos últimos anos. “Uma faz das formas de contar a história de Carinha de Anjo é através dos ouvidos. Há cinco núcleos musicais e todos terão videoclipes: Zeca e seu sertanejo de raiz, Juju e seu pop adolescente, as freiras e seu coral no melhor estilo inspirado em ‘Mudança de Hábito’, o coral das crianças com clássicos infantis e os temas lúdicos de Teresa, interpretados por Lucero”, diz Ricardo Mantoanelli.

As questões ligadas ao universo tecnológico também serão incluídas na nova novela do SBT, mas isso não significa apenas inserir na história celulares e outras parafernálias tecnológicas. A preocupação principal é a de resgatar valores familiares com dose de magia. O núcleo da personagem Juju Almeida será conhecido como família conectada e é nele aonde estarão mais presentes as câmeras, os celulares e um pouco de ousadia com a linguagem em função da narrativa da web. 

“Essa é uma novela para a família. Posso garantir que crianças, jovens, adultos e idosos vão se identificar com os personagens. Ser atual, não necessariamente é ser exclusivamente tecnológico, conectado. As famílias são construídas com os ensinamentos dos mais velhos e com a vivência na modernidade. Carinha de Anjo une o passado, o presente e o futuro”, conta a autora Leonor Corrêa. 

A trama apresenta elementos tecnológicos para a produção das cenas, como na captação de algumas imagens utilizando a tecnologia 4K, assim como já aconteceu em alguns videoclipes da novela antecessora, Cúmplices de Um Resgate, escrita pela autora Iris Abravanel. “Usamos imagens de drone com captação 4K para localizar a cidade de Doce Horizonte, inspirada em um município de 500 mil habitantes do interior paulista. As cenas dos sonhos de Dulce Maria e sua mãe, Tereza, também mereceram um tratamento especial na luz, cenografia e pós-produção com efeitos especiais”, explica Ricardo Mantoanelli.

As cenas de Carinha de Anjo são gravadas nos estúdios 7 e 8, também na cidade cenográfica do CDT Anhanguera e em locações externas. “A cidade cenográfica será um bairro da Doce Horizonte. Lá encontraremos a praça, a delegacia e o comércio. Diversão, fofoca, emoção, conflitos e comida boa não vão faltar nesse novo ponto de encontro da cidade, adianta o diretor. Ricardo Mantoanelli ainda comenta sobre as externas: As externas são sempre mais complexas por conta dos deslocamentos, logística, condições meteorológicas e até da posição do sol. Tivemos a sorte de encontrar a locação ideal para o coração da trama, que é o internato de Doce Horizonte”.

A construção de toda parte cenográfica da novela, que envolveu dezenas de profissionais, foi elaborada para traduzir a visão subjetiva, idealizada e inocente de Dulce Maria sobre o mundo e sua vida em Doce Horizonte: “Buscamos dar um candy accent para a novela. O desafio é contar uma história triste de forma leve, divertida e doce, assim como é Dulce Maria”, explica a diretora de arte e cenografia do SBT, Paula Utimura. A arquitetura moderna da cobertura de Gustavo possui uma decoração de ambiente que mescla elementos clássicos, contemporâneos e objetos que o personagem teria trazido de suas viagens por rotas de café ao redor do mundo. Já o apartamento de Rosana é colorido e recheado de símbolos que contam sobre seu estilo de vida sobre rodas (triciclo). O quarto das crianças refletem o universo delas, como o da adolescente Juju Almeida, que está equipado com o seu computador, e o de seu irmão caçula, Emílio, que possui uma cama em forma de dinossauro. “As cores (candy color) são mais suaves em sua maioria, a cidade cenográfica dá vontade de comer. Porém, procuramos manter certo realismo”, resume Paula ao falar da proposta cenográfica. Além da estética, como o elenco de Carinha de Anjo é muito jovem, houve ainda o cuidado com a segurança no acabamento do cenário: “Todas as quinas e cantos são arredondados, louças plásticas, eliminamos tapetes para evitar escorregões, além dos cuidados com os alimentos de cena com as crianças que possuem alguma restrição alimentar”, finaliza a diretora Paula.  

As diretoras de figurino, Cristiane Cândido e Jeane Figueiredo, contam que para elaboração do figurino de Carinha de Anjo, que conta com cerca de 5 mil itens, buscaram referências dentro do universo infantil ao pesquisarem sobre brinquedos e brincadeiras atuais para crianças de até 5 anos de idade, além de se aprofundarem nos anos em que o uso de uniforme era comum aos pequeninos. Como também temos um núcleo adolescente, observamos todo esse universo. Usamos como referência séries de TV, filmes, jogos, blogueiros e, claro, o mundo dos youtubers”, completa Jeane. Os figurinos dos personagens terão flores e xadrezes, uma mistura de estampa e tons de rosa ao roxo, que é uma forte tendência no universo da moda. Como no uniforme das freiras e noviças, onde foi escolhido o marinho e o lilás: “Vamos deixar o universo leve e também lúdico”, revela Cristiane. As crianças do internato terão três uniformes, com acessórios diferentes. O figurino conta ainda com 25 modelos de perucas diferentes para a personagem Tia Perucas. “São exatamente da mesma cor das roupas e acessórios usados no look. Somente um tom por look. Chegamos as cores utilizadas em uma pesquisa sobre as cores, quentes e alegres, que mais agradam as crianças”, conclui Jeane Figueiredo. 

Entrevista com a autora Leonor Corrêa:
Leonor Corrêa, jornalista, 32 anos de carreira. Foi repórter, apresentadora, autora-roteirista e diretora de diversos programas de TV. Iniciou em dramaturgia, no início dos anos 90, como autora de vários episódios da série Justiça dos Homens, do SBT, dirigida por Nilton Travesso e fez parte da equipe da novela “Éramos Seis”. Em 2003 lançou o livro infanto-juvenil “De Cara com o Espelho”. A obra, que trata do preconceito sofrido por crianças acima do peso, seja no ambiente familiar ou escolar, é indicado como paradidático em diversas escolas. Em 2015, foi convidada por Iris Abravanel, a adaptar a novela “Carinha de Anjo”. Confira a entrevista com a autora:

“Carinha de Anjo” é a primeira telenovela que você escreve? Como foi a sua preparação para este momento? Como é poder contar com a supervisão da autora Iris Abravanel, responsável por tantos sucessos na teledramaturgia do SBT?  
Sim, é a minha primeira novela. Na verdade, a preparação é o amadurecimento de um sonho antigo, desde o início de minha carreira. Quem me conhece, sabe que escrever sempre foi o meu ofício preferido. Une paixão, prazer, responsabilidade e determinação. O convite da Iris Abravanel foi o melhor presente que recebi nesses 32 anos de carreira e também o maior desafio. A única certeza que tenho é que não posso decepcionar a confiança que me foi dada. Iris Abravanel é democrática, imprime sua marca através do respeito e incentivo. Isso faz com que a equipe trabalhe feliz, pois não existe medo, e sim admiração por ela. Vontade, garra e alegria na realização do trabalho. Assim se identifica uma liderança. É o caso de Iris Abravanel.

De quem partiu a ideia de fazer a adaptação da novela “Carinha de Anjo”? O que achou da escolha?
Carinha de Anjo foi uma decisão da Iris e da direção do SBT, um sucesso já garantido pelo seu histórico na exibição original aqui e em outros países. É uma história envolvente e resgata o que mais necessitamos nesse momento: a valorização do relacionamento humano e familiar.

Você pretende continuar a unir a família brasileira com “Carinha de Anjo”? Essa é uma trama focada em algum público específico? 
É uma novela para a família. Posso garantir que crianças, jovens, adultos e idosos vão se identificar com os personagens. Ser atual, não necessariamente é ser exclusivamente tecnológico, conectado. As famílias são construídas com os ensinamentos dos mais velhos e com a vivência na modernidade. Carinha de Anjo une o passado, o presente e o futuro.

Você acrescentará novas histórias e personagens na sua adaptação de “Carinha de Anjo”? Pode falar um pouco sobre essas novidades? 
A adaptação exige isso, pois a novela deve ser brasileira, tratar do nosso cotidiano. São muitas as novidades que integram a trama original. A família do caseiro Inácio e da professora Diana, com seus filhos Zeca e Zé Felipe, ligados ao universo sertanejo. Em contrapartida, o núcleo urbano e conectado, Rosana e seus filhos, Juliana e Emílio retrata a nova estrutura familiar do século 21. O chef de cozinha internacional, Vitor Gamboa, que instala seu food truck na praça principal da cidade de Doce Horizonte. Além de muito humor e aventura com os empregados da família Lários, Silvestre e Franciely e o delegado de polícia, Peixoto e seu auxiliar, Ribeiro, muito divertidos. 

Além dos talentos já conhecidos pelo público, a novela também lançará atores revelações, como a protagonista Lorena Queiroz. Como foi a seleção do elenco adulto e infantil? 
Tudo é feito inicialmente pela competente equipe de elenco comandada por Márcia Ítalo, com base no perfil das personagens que formatamos e foram aprovados pela Iris Abravanel. Seleção e testes foram realizados para cada personagem. Já trabalhei e conheço o diretor geral da novela, Ricardo Mantoanelli, há muitos anos. Nossa sintonia é perfeita e a parceria com toda a equipe da novela, permitiu que a escolha dos atores fosse feita por votação em algumas reuniões. Com a presença da Iris Abravanel, direção artística e de dramaturgia do SBT, equipe de elenco, eu e meus colaboradores. A Lorena foi uma unanimidade.

Como foi o trabalho de preparação do elenco infantil para dar vida a essas personagens? Fez recomendações?
Eu estive na primeira leitura de texto ao lado da equipe que trabalha com elenco infantil em todos esses anos de sucesso do SBT. É uma equipe muito coesa, que une os diretores de elenco, psicóloga, fonoaudióloga e muitos outros profissionais envolvidos. Como eu disse, é minha primeira novela. E respeito demais a formação, o conhecimento e a experiência de cada um desses profissionais. Aprendo com eles. E, acontece o contrário, a recomendação deles é que define a minha escrita e de minha equipe para cada personagem. Essa troca é essencial.  

O que você tem achado do desempenho de Lorena Queiroz, que interpreta Dulce Maria?
Fico encantada com o talento, carisma e dedicação dela. Esse é um trabalho que envolve a família da Lorena e todos esses profissionais que acompanham o dia a dia dos ensaios, preparação, bastidores, gravação, até a edição e sonorização final. Ela é mesmo uma carinha de anjo.

Precisou fazer adaptações para que a atriz mexicana Lucero interpretasse a personagem Tereza? O que acha do desempenho dela? Qual a solução encontrada para justificar o sotaque dela?
Primeiro, alteramos os nomes originais do casal, Luciano e Angélica por motivos óbvios. Mudamos para Gustavo e Tereza. Quando o diretor de Planejamento Artístico e Criação do SBT, Fernando Pelegio, sugeriu a Lucero, para fazer a mãe de Dulce Maria, todos ficaram muito empolgados, já que a atriz é extremamente querida pelo público brasileiro, graças aos sucessos em muitas novelas mexicanas exibidas aqui e também como cantora. Ela é muito presente em nosso País, seja em shows ou participações em programas do SBT, por isso adorou o convite. A Lucero fala bem o português, mas é claro que o perfil de Tereza foi adaptado. Tereza nasceu no México, mas foi criado no Brasil. Filha de Dulce Maria (mexicana) e Adolfo (brasileiro).

Você realizou pesquisas sobre assuntos ligados a temática da trama, como o funcionamento de colégios internos católicos e a vida no interior? Fez algum outro tipo de preparo para escrever essa novela?
Eu e minha equipe de quatro colaboradores começamos as pesquisas em novembro de 2015. Justamente para saber se ainda existem internatos, onde e como funcionam. Claro que a nossa história se concentra na educação das crianças e segue os princípios rígidos da trama original. Pesquisamos também sobre a formação das noviças e freiras. Mas, não é uma novela religiosa, e sim ambientada no colégio de freiras. Transportamos o nosso para a área rural de uma cidade mediana do interior de São Paulo, até para justificar os pais deixarem as filhas pequenas internas durante a semana.  

Como serão inseridas as cenas musicais na novela?
Tenho me surpreendido muito com a qualidade dos musicais, seja na escolha dos temas como na execução, coreografia e videoclipes. A direção musical de Arnaldo Saccomani, Láercio Ferreira e equipe resgatam exatamente a nossa proposta. Temos clássicos infantis, o coral de freiras e crianças, a música caipira/raiz da família sertaneja e o pop, da conectada Juju Almeida (Maisa Silva). A regente do Coral, Irmã Fabiana (Karin Hils) e muitos atores são cantores mesmo. Isso mostra o preparo completo. O Zeca (Jean Paulo Campos) estuda de verdade, canta e toca violão para ser nosso astro sertanejo. 

Quais são as expectativas quanto à reação dos telespectadores ao assistir Carinha de Anjo? O que as pessoas podem esperar da novela?
Claro que a expectativa e ansiedade são gigantes. Assim como nossa preocupação com todos os detalhes. Desde o conteúdo pertinente a faixa etária, o compromisso com a formação de crianças até a emoção de adultos que vão se identificar. O que nos move é contar uma história com qualidade e princípios fundamentais de caráter: responsabilidade, ética, solidariedade, amor e compromisso com a verdade. Hoje, o que é considerado virtude, em Carinha de Anjo é princípio, meio e fim.


Entrevista com o diretor-geral Ricardo Mantoanelli:

Qual é a sua expectativa para a estreia de Carinha de Anjo? 
Ricardo Mantoanelli: A Melhor possível. É um trabalho feito com muita vontade e amor por uma equipe dedicada. Esperamos manter o padrão de audiência, credibilidade e retorno comercial obtidos pelas novelas antecessoras.

Essa é sua primeira telenovela como diretor-geral na carreira. Qual olhar você quer imprimir nesta obra? 
Não sou mais ou menos importante que qualquer um da equipe por conta do título "diretor-geral". Somos todos engrenagens dessa fábrica de sonhos que é a teledramaturgia. Recebi essa missão da direção do SBT e espero honra-la com muita dedicação e capricho. O olhar que busco imprimir em Carinha de Anjo é o mais puro: O olhar da criança. Acompanhar a trama com os olhos e sentimentos da Dulce Maria vai ser uma viagem em busca de valores que a sociedade atual tem deixado de lado. Esse personagem quer aproveitar a vida com alegria e desfrutar do presente que é ter quem a gente ama ao nosso lado. Tudo com muita simplicidade. Como dizem, a simplicidade é o auge da sofisticação.

Como foi a preparação do elenco para dar vida aos núcleos da novela?
Fizemos algumas leituras por núcleos, depois já com figurinos e por último nos cenários para que os personagens se apropriassem dos seus ambientes. O tom e o ritmo fomos acertando no dia a dia de gravação. É um elenco inteligente. As crianças fizeram uma longa preparação com Marcia Ítalo e Ariel Moshe sempre com acompanhamento da Rosa Nacarato, nossa psicóloga.

Você se inspira no modelo de direção da versão mexicana ou realiza uma proposta inédita?
Tenho muito respeito pelo trabalho realizado pelo Nicandro Diaz, diretor da versão mexicana. Estivemos juntos algumas vezes e trocamos ideias e referências. A proposta da adaptação é mais ampla. Iris e Leonor incluíram outros núcleos de personagens e tramas paralelas. Cada núcleo tem uma cadencia e linguagem específica. É sutil, mas o olhar da direção ajuda a contar mais sobre cada personagem e as diferenças entre eles.

A pequena Lorena Queiroz possui apenas 5 anos e está protagonizando sua primeira novela. Qual é o desfio de conduzir os trabalhos com uma atriz tão jovem? 
Esse é o maior desafio dessa novela. Precisamos respeitar seus limites e ao mesmo explorar o que ela tem de melhor: a espontaneidade. Agora que a Lorena está super adaptada, se revelou uma atriz criativa e que tem sempre uma frase ou ação para agregar nas cenas. Isso é mágico e contagiante. Quando um "caco" ou uma reação espontânea dela se encaixa na sequência, olho pra equipe no set e estão todos paralisados com sorriso no rosto. E ela faz isso de forma orgânica, pois se relaciona muito bem com todos e com o próprio personagem. Só cabe a direção estimular e lapidar esse talento.

Carinha de Anjo será uma novela musical como suas antecessoras? Haverá videoclipes?
Sem dúvida. Os videoclipes estão no DNA das nossas novelas e as crianças de todas as idades se habituaram a eles. Aliás, uma das formas de contar a história de "Carinha" é com os ouvidos. Há cinco núcleos musicais e todos terão videoclipes: Zeca e seu sertanejo de raiz, Juju e seu pop adolescente, as freiras e seu coral no melhor estilo "Mudança de Hábito", o coral das crianças com clássicos infantis e os temas lúdicos de Teresa, interpretados pela Lucero.

A estrela internacional Lucero faz parte de Carinha de Anjo. Como está sendo dirigir a atriz mexicana? Existe diferença entre dirigir uma atriz mexicana e uma brasileira? Como a novela resolveu a questão do idioma?
Um privilégio. Lucero é uma pessoa iluminada. De cara virou uma espécie da madrinha do elenco e equipe. É doce, ativa, atenta a direção e tem energia de criança. Por isso foi imediata a química entre ela e Lorena. Na novela sua personagem Teresa nasceu no México mas veio ainda menina para o Brasil com os pais trabalhar na lavoura. Isso justifica o sotaque, mas de tão aplicada já está dando aula de português!

A novela lançou nas redes sociais, antes mesmo de estrear na TV, o Vlog da Juju (da personagem de Maisa Silva), que já possui mais de um milhão de visualizações (somente no Youtube). Como essa novidade impacta na novela? Como essa relação de multiplataforma envolvendo um personagem influencia na direção?
Encarei esse personagem da Juju como uma oportunidade assim que recebi o primeiro capítulo. Me perguntava: por que a novela não pode continuar em outras plataformas depois de sair do ar? A Maisa é um fenômeno na internet e tínhamos que aproveitar mais esse talento dela. O resultado tem sido fantástico. Nos números de views, na permanência (fidelidade) e na entrega da própria Maisa em cena.  

Após o trabalho do SBT com tantas crianças, como em Carrossel, Chiquititas e Cúmplices de Um Resgate, o que se pode esperar da turminha de Carinha de Anjo? 
Uma vontade de ser criança pra sempre, redescobrir valores, estar perto das nossas famílias e de quem amamos. Carinha tem crianças de uma faixa etária inferior a carrossel, mas isso não torna a trama mais infantil. É uma história clássica de um pai aprendendo a educar uma filha após um longo período de ausência.

Essa novela possui mais cenas externas do que as demais? É um desafio dirigir essas cenas?  
As externas são sempre mais complexas por conta dos deslocamentos, logística, condições meteorológicas e até da posição do sol. Tivemos a sorte de encontrar a locação ideal para o coração da trama em Itatiba (interior de São Paulo), que fica próxima ao SBT. É uma fazenda linda que nos recebeu muito bem e trouxe brilho e beleza para "Carinha de Anjo".

Você traz algum elemento novo, como tecnologia 4K ou alguma outra ferramenta que valha a pena destacar no release?
Usamos algumas imagens de drone com captação 4K para localizar a cidade de Doce Horizonte, inspirada em um município de 500 mil habitantes do interior paulista. As cenas dos sonhos de Dulce Maria e sua mãe Teresa também mereceram um tratamento especial na luz, cenografia e pós produção com efeitos especiais.

Como funciona a rotina de gravação do novo elenco?
Todos recebem com antecedência de uma semana o roteiro de gravação com horários, esquema de transporte, quantidade, resumo e ordem das cenas que serão gravadas em estúdio ou externa. Assim conseguem se planejar e administrar seu tempo livre.

Qual a mensagem que Carinha de Anjo pretende passar ao público?
Se pudesse resumir em uma só palavra diria: Ternura. Trata-se de um triângulo amoroso que tem como centro uma menina de 5 anos que está descobrindo o que é o amor de um pai. Uma novela bem equilibrada no melodrama, humor e ação. Para assistir em família e se divertir sem passar por qualquer constrangimento.

Quais foram os recursos utilizados para adaptar a novela para os dias atuais? Serão presentes os recursos tecnológicos? Se sim, quais?
Adaptar para os dias atuais não significa apenas introduzir celulares e outros gadgets. Significa também resgatar valores familiares, brincadeiras do tempo da vovó e uma boa dose de magia. Para a sequência dos sonhos utilizamos recursos de computação gráfica para torná-los ainda mais lúdicos, mas de uma maneira geral a história deve prevalecer sobre a forma.  O núcleo da Juju é chamado "família conectada" e aí sim veremos um desfile de câmeras, celulares e um pouco mais de ousadia na linguagem em função da narrativa.

A novela Carinha de Anjo terá ainda mais cenas externas? Por qual motivo foi escolhido locações ao invés de construir uma cidade cenográfica?
Como a cidade cenográfica estava servindo "Cúmplices de Um Resgate" optamos por iniciar as externas por locações. Agora a cidade está passando por uma reforma para se transformar na fictícia Doce Horizonte.

A cidade cenográfica está sendo construída. Ela entra em qual contexto na novela? Qual o núcleo que usará ela?
A cidade cenográfica será um bairro da Doce Horizonte. Lá encontraremos a praça, a delegacia e o comércio. Na praça ficará o food truck do Vitor, um chef amigo de Gustavo que muda-se para a cidade de Doce Horizonte, onde se apaixona pela Tia Perucas. Diversão, fofoca, emoção, conflitos e comida boa não vão faltar nesse novo ponto de encontro da cidade.


Perfil dos personagens:

Núcleo Família Lários

Dulce Maria Rezende Lários (Lorena Queiroz)
Filha única de Gustavo e Tereza. 5 anos. Aos três anos de idade, perde a mãe e passa a viver no colégio Doce Horizonte, internato religioso da zona rural da cidade, sem contato com o pai. É uma menina alegre, doce, esperta e determinada, que se envolve em muitas aventuras e confusões para ajudar os outros. Reencontra Gustavo no início da trama e faz de tudo para que ele não se case com a nova namorada, Nicole, pois sonha em ter a irmã Cecília como mãe.

Gustavo Lários (Carlo Porto)
Pai de Dulce Maria. Proprietário da empresa “Rey Café”. Traumatizado com o fatal acidente de Tereza, seu grande amor, decide manter a filha em um internato e sob os cuidados da prima Estefânia e do irmão Gabriel e parte para Europa, onde fica por dois anos. Arrependido, volta determinado a reconstruir a vida ao lado da filha e da família. Para a surpresa de todos, chega com uma nova namorada, Nicole. Reabre sua luxuosa cobertura e retoma o comando dos negócios com seriedade. Confia no seu senso de justiça e na firmeza de suas decisões, mas amolece com a doçura da filha. Se encanta por Cecília, noviça que sempre cuidou de Dulce Maria como mãe, e vive o dilema deste amor proibido.

Tereza Rezende Lários (Lucero)
Mãe de Dulce Maria. Mexicana criada no Brasil que se casa com Gustavo. Esposa apaixonada e mãe dedicada. Alegre, cativante, aventureira, é vítima de um trágico acidente. Aos três anos, Dulce Maria perde a mãe, mas continua sonhando com ela. Os encontros imaginários de mãe e filha acontecem em uma linda e lúdica casinha de bonecas durante o sono de Dulce. Juntas, elas brincam e conversam, principalmente sobre os valores da família.

Estefânia Lários (Priscila Sol)
Prima de Gustavo. A Tia Perucas. Formada em moda, apaixonada por orquídeas, perucas e visuais monocromáticos. Alegre, divertida, acolhedora e segura de si, cuida de Dulce Maria com devoção. Chega a se envolver em confusões para ajudar a sobrinha em suas aventuras. Ampara Gustavo no reencontro com a filha. Passa a viver com eles para contribuir com a rotina da família, mas aos poucos, volta a cuidar da própria vida, principalmente quando se apaixona pelo chef de cozinha Vitor. É muito próxima a Gabriel e não confia no amadurecimento do relacionamento de Gustavo com Nicole.

Padre Gabriel Lários (Alcemar Vieira)
Irmão de Gustavo. Padre. A devoção e admiração do padre Gabriel pelo trabalho da Madre Superiora como diretora do colégio Doce Horizonte influenciam Gustavo a manter Dulce Maria no internato após o acidente de Tereza. Acompanha o desenvolvimento da sobrinha e não compreende o longo isolamento do irmão. É defensor dos valores da família, do respeito ao próximo e sabe quando deixar a posição religiosa para se comportar apenas como irmão.

Núcleo Funcionários da Família Lários

Silvestre Moreira (Blota Filho)
Mordomo da família Lários. Funcionário de confiança e defensor dos Lários. Gentil, prestativo e extremamente organizado, tem orgulho do que faz e é apaixonado por pintura. Muda-se para a casa de Estefânia quando Gustavo viaja e retorna com ela para a cobertura quando o patrão volta. Supervisiona o trabalho de Franciely, com quem vive em pé de guerra. É amigo de Solange e não é fã do jeito moderno da síndica Rosana.

Franciely da Silva (Carol Loback)
Cozinheira da família Lários. Extrovertida e sambista de carteirinha, o oposto de Silvestre. É contratada quando Gustavo volta para Doce Horizonte e fica encantada com a alegria de Dulce Maria. Fala o que vem à cabeça - sincera até demais. Faz tudo direitinho, mas não nega que gosta de uma boa bagunça.

Núcleo Empresa Lários – Rey Café

Cristóvão Valdez (Guilherme Gorski)
Diretor jurídico da “Rey Café”. Conduz a empresa durante a ausência de Gustavo, de quem é amigo íntimo. Veste ternos impecáveis, é um advogado exemplar e tímido. Não esconde sua paixão por Estefânia, mas tem medo de se declarar pra ela. É alvo das investidas de sua secretária, Silvana. Tem uma série de manias como organização e limpeza. O álcool gel está sempre por perto. Consegue manter a calma quando a maioria perde a cabeça.

Silvana Soares (Silvia Franceschi)
Secretária de Cristóvão. Há quinze anos na empresa, acha que é a dona do pedaço e se dá a liberdade de fazer algumas fofocas. É apaixonada por Cristóvão e faz de tudo para chamar a atenção dele. São como gato e rato.

Verônica Matias (Elisa Brites)
Secretária de Gustavo. Prima de consideração da irmã Fabiana, muda-se para Doce Horizonte depois de ser recomendada para o trabalho na “Rey Café”. É encantadora, profissional e dedicada, o que irrita Silvana. Logo se descobre fascinada por Gustavo. É alvo do ciúme de Nicole.

Núcleo Família Escobar

Nicole Escobar (Dani Gondim)
Modelo e namorada de Gustavo. Conquista prestígio na profissão, mas perde espaço ao longo dos anos. É filha de Haydee e irmã de Flávio, família decadente que enche a boca para dizer que é influente. É linda, metida, egoísta, vingativa, definitivamente não nasceu para a maternidade. Conhece Gustavo na Europa e faz de tudo para se tornar a senhora Lários. Bate de frente com a família de Gustavo e vê Dulce Maria como um empecilho.

Haydee Escobar (Clarice Niskier)
Mãe de Nicole e Flávio. Perua extremamente vaidosa e interesseira, que quer se dar bem por osmose. Vive às custas da filha, mas tem predileção pelo filho. Está sempre compactuando ou encobrindo algum golpe dele. Sonha com uma vida luxuosa e gasta por conta confiante que Nicole vai conseguir fisgar de vez a fortuna de Gustavo. Conhece Rosana do passado e o reencontro das duas traz à tona uma história mal resolvida.

Flávio Escobar (Eduardo Pelizzari)
Filho de Haydee e irmão de Nicole. Ruim de nascença, mimado, o queridinho da mamãe. Criado para curtir a vida. Com o sumiço do pai, assume o posto de homem da casa e começa a tentar manipular as mulheres da família exigindo que tudo seja do seu jeito. Oportunista, não acredita que trabalho e honestidade rendam frutos.

Núcleo Família Almeida

Rosana Almeida (Angela Dippe)
Mãe de Juliana e Emílio. Síndica e moradora do prédio onde também vive a família Lários. Adora rock e tem um triciclo motorizado. É mãe biológica de Juliana e adotiva de Emílio. Participa ativamente da vida dos filhos, mas não entende muito das novidades tecnológicas que eles curtem. É moderna na maneira de se vestir e se comportar, mas não abandonou o vocabulário dos anos 80. É amiga de Silvana e da família Lários, mas tem uma certa implicância com Silvestre.

Juliana – Juju - Almeida (Maisa Silva)
Estudante e vlogueira. 14 anos. Adolescente totalmente conectada. Ama cor, é antenada, divertida, vidrada em gatos, sonha em conhecer o Silvio Santos, está sempre alegre e em busca de novas ideias para o seu canal, o vlogju2. É capaz de falar de mil assuntos simultaneamente e não nega ajuda para ninguém. Mora com a mãe, Rosana, e o irmão, Emílio. Quando conhece Zeca, decide ajudá-lo a fazer sucesso como cantor.

Emílio Almeida (Gabriel Miller)
Filho adotivo de Rosana e irmão de Juliana. 6 anos. Carismático e divertido, não larga o videogame. Conhece Dulce Maria e diz que ela é a única menina legal que existe. Tornam-se companheiros de aventuras. Faz amizade com Zé Felipe e com ele descobre como é a vida no campo. Tem um porquinho da índia chamado Fred.

Núcleo Família Gamboa

Vitor Gamboa (Thiago Mendonça)
Cozinheiro e empresário. Amigo de Gustavo.
Abandona tudo para se dedicar a sua grande paixão: a culinária. Viaja o mundo, passa um longo período na França e quando volta ao Brasil é recebido por Gustavo, que conheceu na Europa. Prepara-se para realizar o sonho de ter um negócio próprio, um food truck, no mesmo período que se encanta por Estefânia. É carismático, sorridente e apaixonado pela vida.

Solange Ortiz (Cristina Mutarelli)
Funcionária de Vitor. Amiga de longa data de Silvestre. É recomendada para trabalhar com Vitor pouco tempo depois que ele volta para Doce Horizonte. Simpática e experiente, não se arrepende de ter dedicado a vida à profissão, mas chega a questionar se não está na hora de investir no lado pessoal. Totalmente de confiança e ótima ouvinte.

Núcleo Colégio Doce Horizonte – Internato Religioso

Irmã Cecília Santos (Bia Arantes)
É uma noviça que é professora de português. Protege e cuida de Dulce Maria de maneira incondicional desde que a menina chegou ao colégio. É muito amiga de Fabiana e de Diana. Sua única irmã, Fátima, vive no Recife desde que se casou. Vê seu mundo virar de ponta cabeça quando conhece Gustavo. Vive a dúvida e a tortura de deixar ou não a vocação religiosa por causa de um amor arrebatador. Aparenta ser frágil, ingênua, mas com o tempo se mostra uma mulher forte e determinada. Enfrenta o ciúme de Nicole. Sofre com os questionamentos da Madre Superiora e se dedica de coração as suas alunas.

Maristela Lopes – Madre Superiora (Eliana Guttman)
Diretora do colégio Doce Horizonte. Religiosa que dita as regras, aconselha e dá a palavra final. É justa e disciplinada, tem horror à tecnologia e outras modernidades. É muito ligada as irmãs Cecília e Fabiana, conta sempre com a ajuda de Inácio e Diana e confia em Pascoal. É próxima do padre Gabriel e tem uma empatia particular por Dulce Maria. Amolece de vez em quando por causa da menina. É uma líder que todos respeitam pelo talento e capacidade.

Irmã Fabiana Teixeira (Karin Hils)
Noviça e professora de música e artes. Alegre e descontraída, parece uma criança grande, cheia de imaginação. É a melhor amiga de Cecília, parceira número uma das aventuras de Dulce Maria e líder do coral do colégio. Chega até a ser inconsequente, mas não se arrepende, faz de tudo pela felicidade da menina. A relação com a Madre Superiora tem seus altos e baixos. A dedicação e o potencial de Fabiana são reconhecidos, mas quando ela apronta, a Madre não perdoa. É uma das professoras mais queridas e divertidas do colégio. O coral é a sua vida. Quando não está cantando ou ensinando alguém, pode apostar que está comendo, ela não resiste. O carinho pela família de Inácio é declarado. Sempre que pode, festeja com eles e se o assunto é triste, ela ajuda a mudar o astral.

Irmã Rita (Bruna Ximenes)
Freira. Professora de inglês e espanhol. É a mais sarcástica das professoras, não consegue segurar críticas – em especial em relação a Fabiana. Quando fica nervosa, usa expressões estrangeiras, principalmente em espanhol. Gostaria de ter a autoridade da Madre.

Irmã Ana (Rachel Rennhack)
Freira. Professora de ciências. Sensível ao extremo e até dramática em algumas situações. Chora fácil e se emociona. É amiga e dedicada. Se considera amiga de Cecília e Fabiana.

Irmã Luzia (Laryssa Dias)
Freira. Professora de matemática. Vem de São Paulo para substituir a irmã Bene e com o tempo se apega a Bárbara e Frida e passa a proteger as duas.

Pascoal Gomes (Camilo Bevilacqua)
Jardineiro. Depois de anos de profissão, fica desempregado e passa necessidades. Em um dia chuvoso, conhece Dulce Maria e se encanta pela ingenuidade da menina. É recomendado para trabalhar no colégio Doce Horizonte e conquista a Madre Superiora por sua generosidade e atenção. O primeiro encontro com Inácio não é dos mais agradáveis, mas aos poucos o estranhamento dá lugar a uma relação de extrema cumplicidade.

Bárbara Guerra Smith (Renata Randel)
Estudante. 7 anos. É uma das grandes rivais de Dulce Maria no colégio e está sempre provocando as crianças menores. Nasceu nos Estados Unidos, onde morou até os 2 anos de idade. Por causa da conturbada vida profissional dos pais (o pai é americano e a mãe é brasileira), passou a viver no Brasil sob os cuidados da avó materna e aos 3 anos entrou para o internato. Parceira fiel de Frida, adora travessuras. É egoísta e invejosa.

Frida Bastos (Sienna Belle)
Estudante. 6 anos. É uma das grandes rivais de Dulce Maria no colégio. Filha única, mimada e protegida, sempre foi muito estimulada a ter ideias próprias e colocar as coisas em prática. Foi matriculada no colégio aos 3 anos de idade por vontade do pai, que também viveu a mesma experiência. Amiga inseparável de Bárbara, é ciumenta e está sempre pensando em planos para deixar Dulce Maria triste.

Adriana Figueiredo (Marianna Santos)
Estudante. 5 anos. É uma das melhores amigas da Dulce Maria. É curiosa, falante, esperta e muito simpática. Respeita a Madre Superiora e confia nas irmãs Cecília e Fabiana. Está sempre disposta a ajudar as amigas e juntas, vivem grande aventuras.

Lúcia Junqueira (Helena Luz)
Estudante. 5 anos. É uma das melhores amigas de Dulce Maria. É tranquila, sensível e companheira. Observa tudo, mas sempre participa das travessuras. Foge de algumas e se envolve em outras.

Valentina (Valenthina Rodarte)
Estudante. 7 anos. É uma das melhores amigas de Dulce Maria. É determinada e interessada, não gosta de ficar de fora de nada. Faz questão de ajudar as amigas, principalmente quando Bárbara e Frida provocam Dulce Maria. É corajosa e se diverte nas aventuras com as meninas.

Duda (Maria Eduarda Silva)
Estudante. 6 anos. É uma das melhores amigas de Dulce Maria. Atenciosa e observadora, não tem medo de falar a verdade quando vê alguma coisa errada. Defende as amigas em qualquer situação.

Núcleo Colégio Doce Horizonte – Família Oliveira

Inácio de Oliveira (Eddie Coelho)
Casado com Diana. Caseiro do colégio Doce Horizonte. Pai e marido amoroso e dedicado, vive com a família nas terras do internato. É o braço direito da Madre Superiora. Segue todas as regras à risca. É extremamente ligado à terra e apaixonado pela família e música sertaneja de raiz. Sonha em ver o filho mais velho (fruto de um casamento anterior) fazendo sucesso como cantor sertanejo. Diz que não vai sossegar enquanto isso não acontecer.

Diana de Oliveira (Camilla Camargo)
Mãe de coração de Zeca e biológica de Zé Felipe. Esposa apaixonada e batalhadora que se divide entre a casa e as aulas de consciência ambiental. É a única professora fixa do colégio que não é religiosa. Muito próxima das irmãs e amiga confidente de Cecília. Vive em harmonia com a família, mas não se esquece que precisou lutar muito pra isso. A relação com Inácio despertou o preconceito da família, que não queria que ela se casasse com um homem negro. Rompeu com os pais e se mudou para as terras do internato com Inácio. Anos depois, descobre que tem um sobrinho, Miguel.

José Carlos – Zeca – de Oliveira (Jean Paulo Campos)
Filho de Inácio e Diana. Estudante. 14 anos. Filho do primeiro casamento de Inácio, tem Diana como segunda mãe. Um garoto tranquilo, tímido e amoroso que herdou do pai o gosto pela música sertaneja. Não sonha com o sucesso, deseja apenas poder fazer o que mais gosta: cantar. Conta com os incentivos do pai, a amizade de Juju e os ensinamentos de canto da irmã Fabiana.

José Felipe – Zé Felipe – de Oliveira (Leonardo Oliveira)
Filho de Inácio e Diana. Estudante. 6 anos. Falante e brincalhão, ganhou o apelido de Seo Bagunça. Adora fazer piadas com o irmão, ama futebol e não é lá muito fã de música sertaneja. Diz que Dulce Maria é a única menina legal que existe e que Emílio é seu melhor amigo. A cada encontro, inventam uma nova aventura.

Núcleo dos Profissionais de Doce Horizonte 

Delegado Peixoto (José Rubens Chachá)
Delegado da DP Central. Faz o tipo bonachão, figura conhecida e respeitada de Doce Horizonte. Está sempre envolvido em algum assunto importantíssimo embora nem todos enxerguem da mesma forma. Quando tem tempo, adora pescar. Quando menos espera se vê entre duas mulheres, Rosana e Haydee.

Ribeiro (Carlos Mariano)
Policial, braço direito do delegado Peixoto. Extrovertido, fala o que pensa de maneira despojada, sem ofender. Admira incondicionalmente o delegado, com que tem uma relação de pai e filho.

André Renato Vieira (Bruno Lopes)
Médico. Clínico de confiança da família Lários e da Madre Superiora. Profissional muito dedicado e atencioso que se encanta pela beleza da irmã Cecília. Chega a questionar porque uma mulher tão jovem e bonita decide se dedicar à religião.

Outra Personagem

Fátima Santos (Rai Teichimam)

Irmã de Cecília. Passa nove anos no Recife casada com um pernambucano e volta para Doce Horizonte após o fim do seu relacionamento. Determinada e corajosa, é contratada para trabalhar com Vitor, fica amiga de Verônica e torce para que Cecília assuma seus sentimentos por Gustavo.

Ficha Técnica:

Adaptação da novela “Carita de Ángel”

Versão de
Leonor Corrêa

Supervisão Geral de
Iris Abravanel


Colaboradores
André Rodrigues
Flavio Queiroz
Marina Pedral
Natalia Piserni

Direção Geral
Ricardo Mantoanelli

Direção
João Batista
Mário Moraes
Roberto Menezes
Vanessa Arruda

Ass. Direção
Bruno Stuani
Eduardo Pereira
Fabio Carvalho
Marcelo Krause

Direção de Fotografia
Elvio Guedes

Direção Musical
Arnaldo Saccomani
Laércio Ferreira

Produção Musical
Filipe Dias
Shirley Salles

Direção de Arte e Cenografia
Paula Utimura

Coordenadora de Arte
Marcelle Gonçalves

Produção de Arte
Andrea Almeida
Carlos Nogueira
Isabel Bartolomeu
Juliana Maguetta
Marcos Pavanello
Roger Beilstrein
Thais Goldkorn
Thais Pavão
Virginia Gomes

Cenógrafo
Vitor Pintenho

Equipe de Cenografia
Bruna Louise Pierrina
Ivanise Costa
Laura Burkowski
Márcio Mattos
Nayara Abreu

Arte Gráficas
Adailton Santana
Juliana Cruz
Letícia Quintanilha
Luciana Simbara
Paulo Gomes
Ricardo Reis

Direção de Figurino
Jeane Figueiredo

Produção de Figurino
Cristiane Candido
Bianca Ferreira
Daniela Porto
Fernanda Possani
Junior Om
Marcio Antonucci
Thais Khatounian
Vitória Régia

Camareiros
Gilderlania Santos
João Guimarães
José Marcelo Correa
Luiz Carlos Silva
Maria do Socorro
Maria Simone Bonfim
Michele Carsola
Nilza Lucio
Rogelio Okada
Sonia Regina
Valdenor de Souza

Caracterização
Carlos Paulino

Equipe de Caracterização
Carlos Araújo
Claudio Vitor
Lica Otsubo
Marcos Costta
Maria Aparecida Tichilan
Marlene
Patricia Nicolau
Paulo Guimarães
Rose Gorziza

Apoio Caracterização
Cibele Cabaral
Fernanda Gouvêa
Jô Penteado
Roberto Santos
Vanda Vieira da Silva

Direção de Elenco
Márcia Ítalo

Produção de Elenco
Bruno Riguetti
Camila Reis
Liliane Gioirgio
Luiz Prudente
Thiago Coquelet

Preparadores de Elenco
Ariel Moshe
Gisele Ramos

Psicóloga
Rosa Szwarcberg

Fonoaudióloga
Camila Mercatelli

Coreógrafo
Eudóxio Júnior

Locação
José de Almeida

Produção Executiva
Gilvan Guimarães

Coord. Geral Produção
Claudio Lavorenti

Coord. Produção
Aline Picharki
Simone Böing
Tayane Saad

Produção
Ariane Silva
Bruna Mathias
César Haddad
Claudia Dias
Deborah Dure
Fernanda Marques
Flora Madureira
Helena Vieira
Lene Zeferino
Luziane Mantuani
Miriam Gonçalves
Murilo Franchin
Nathalia Mamede
Paulo Veroneze
Pietro Polachini
Raquel Prado
Tatiana Marra

Continuidade
Iara Hercoton

Equipe de Continuidade
Ayla Shigueno
Cristiane Martins
Denis Relvas
Leonardo Gonçalves
Maíra Sasaki
Marília Gabriela Costa

Diretor de Iluminação
Vagner Lobianco

Iluminador
Paulo Sérgio de Oliveira

Supervisão de Operações
Orlando Afonso
Sérgio Farrajota

Câmeras
Renato Santos
Antonio Russo
Carlos Suzart
Ivan Magalhães Fº
Raimundo Bezerra Fº
Winston Santos

VT
Antonio Ribeiro

Vídeo
Alan Silva
Marcelo Gomes

Áudio
Claudio Rodrigues
Ivan Melo
Mario Gava Neto

Equipe de Operações
André Luis da Silva
Antonio Jardim
Aristides Murara
Arnaldo Gomes Fº
Artur Bandelli
Carlos Adriano Santos
Daniel Villela
Dimas Bicudo
Fabio Bispo
Fabio Santos
Heric Ribeiro
João da Silva
José Marcos Rodrigues
José Roberto dos Santos
José Santino
Luis de Andrade
Marcelo Silva
Marcos Acaraiba
Milton da Silva
Moyses Bandeira
Paulo César dos Santos
Roberto Macena
Roberto Rodrigues
Wagner da Silva

Coordenador de Pós Produção
Alan Pinheiro

Sonorização
José Jardim

Equipe Sonorização
Adriana Masiero
Bruno Castro
Geraldo Aleixo

Edição
Andréia Bernardo
Aquiléia Nobre
Bruno Temóteo
Hermenegildo Junior
Inagê Brandies
Mauro Ignácio

Colorista
Magda Palma

Gerente Criação Visual
Fabricio Cottini

Criação Visual
Rodrigo Aben-Athar

Equipe Criação Visual
Daniel Rinaldo Amaro
Hélder Nóbrega
Jackeline de Freitas
Márcio Gatica
Marcos Ramos
Patrick Haraguti

Abertura
Ricardo Fiorenza
Itamar Dorini

Gerência de Produção
Vicente Mello

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