quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Série inédita e exclusiva do Curta!, “Latitude, Longitude” percorre o país em busca dos elementos que formam a cultura brasileira

Divulgação
A partir do próximo dia 10, o Curta! oferece ao espectador um novo significado para as coordenadas geográficas e revela a diversidade cultural que compõe o mosaico cultural brasileiro. Estreia na Sexta da Sociedade, às 19h30m, a série inédita e exclusiva “Latitude, Longitude”. Ao longo de 21 episódios, a produção visita cidades com as mais variadas tradições para ressaltar a riqueza do patrimônio material e imaterial do país, mostrando de monumentos históricos a danças, gastronomia e artesanato regionais, que forma a múltipla identidade brasileira. Dirigida por Belisario Franca e produzida pela Giros, a série é financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual / PRODAV 01.

No episódio de estreia, “Olinda sem igual”, estarão as cores, texturas e sons de Olinda, cidade declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1982. Em “Latitude, Longitude”, entram em cena as sombrinhas de frevo, as lantejoulas e as conversas com representantes da Orquestra Henrique Dias, sobre o trabalho de Manuelzinho Salustiano e também sobre a boemia da Bodega do Véio.
O passeio pelas coordenadas geográficas culturais brasileiras vai levar o espectador a lugares diversos. Além do Nordeste, o programa vai passar por Madureira, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, para mostrar a diversidade de ritmos com o jongo da Serrinha e aulas de charme. Em Garibaldi, no Rio Grande do Sul, o destaque é o museu a céu aberto que reúne objetos das primeiras famílias da cidade. Em outra parada mostra Cordisburgo, berço do escritor Guimarães Rosa e conhecida como “cidade coração”, local onde ele passou a infância.
Passando pela mineira São João del Rei, o programa viaja por suas notas musicais, pelo canto de seus sinos e sons de um raro órgão de tudo. Já em Santa Maria de Jequetibá revela que a cidade capixaba preserva a cultura pomerana com suas danças típicas, costumes e tradições. Lá está a maior colônia de imigrantes vindos da Pomerânia, território que não existe mais e que ficava no norte da Polônia e da Alemanha. Esses são alguns dos tesouros culturais brasileiros retratados na série.

Sobre o diretor:
Mário Franca é bacharel em cinema pela PUC-Rio e fotógrafo de formação prática. Depois de alguns anos explorando a fotografia estática como forma de expressão artística, Mário se voltou para o mercado audiovisual como diretor de fotografia. Suas imagens podem ser vistas em longas, como o premiado “Menino 23” e “Cena nua”, e em séries de TV de canais como GNT, ESPN, Rede Globo, Canal Futura e +Globosat. Depois de experimentar com curtas autorais, Mário faz a sua estreia comercial como diretor em “Latitude, Longitude”, na qual também assina a direção de fotografia.

Sobre a Giros:
Há 19 anos no mercado, a Giros é dirigida por Belisario Franca, Maria Carneiro da Cunha e Bianca Lenti e produziu mais de 1200 horas de conteúdo audiovisual para TV e cinema. Realizações da Giros foram premiadas em algumas das mais importantes competições do setor, entre elas o International Emmy Awards, o New York Film Festival e o International Documentary Association Competition de Los Angeles. Canais de televisão como Futura, TV Globo, GNT, History Channel, TV Brasil, Multishow, MTV, Animal Planet, Discovery Networks, Disney Channel e People&Arts são alguns dos mais de 40 canais, nacionais e internacionais, que exibiram as séries e documentários produzidos pela Giros. A Giros acumulou sólida experiência em projetos de caráter cultural e educativo, onde as constantes são o apuro na pesquisa e excelência na produção aliadas a linguagens estéticas arrojadas.


SEXTA DA SOCIEDADE
 
‘Latitude, Longitude’ - Série
Episódio de estreia: Olinda sem igual
Este episódio do Latitude, Longitude tem sombrinha de frevo, lantejoulas, cerveja e muita conversa para jogar fora. O programa pousa em Olinda e corre para as ladeiras do Sítio Histórico para ouvir os metais da tradicional Orquestra Henrique Dias. Também marca um encontro com Manoelzinho Salustiano, um dos filhos do falecido Mestre Salu, que mostra seu mais novo trabalho: Releituras de pinturas do suíço Paul Klee feitas com a técnica de bordado das golas do caboclo de lança do maracatu. E para entrar ainda mais na alma do olindense, o episódio bebe da boemia da cidade na famosa Bodega do Véio e conversa sobre vendas, arte e tudo o que cabe entre um copo de cerveja e outro.
Diretor: Mário Franca
Duração: 26 min.
Estreia: 10 de fevereiro, sexta-feira, às 19h30
Classificação: Livre
Dia 11 de Fevereiro, sábado, às 18h;
Dia 12 de Fevereiro, domingo, às 12h30;
Dia 13 de Fevereiro, segunda-feira, às 3h30;

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