quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Filmes na TV Brasil de 22 a 29/09/2018

“A Banda das Velhas Virgens”
Sábado, 22 de setembro, 16h (reprisa no mesmo dia, à 1h)

Em “A Banda das Velhas Virgens”, o humorista Amácio Mazzaropi vive o caipira “Gostoso”, maestro de uma banda formada por senhoras idosas e beatas.

Expulso de suas terras, Gostoso vai morar em um ferro-velho nos arredores da cidade, onde encontra um saco de joias e acaba acusado de roubo. Agora, tem que fazer de tudo para provar sua inocência.

100 min. Ano: 1979. Gênero: Comédia. Direção: Pio Zamuner (codiretor: Berilo Faccio) Produção: Amácio Mazzaropi. Roteiro: Rajá de Aragão e Amácio Mazzaropi. Elenco: Mazzaropi, Geny Prado, André Luiz Toledo, Gilda Valença, José Velloni. Gênero: Comédia. Classificação Indicativa: livre.


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“Jeca e seu filho preto”
Sábado, 22 de setembro, às 23h30

Em “Jeca e seu filho preto”, o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro. O fato nunca pareceu o atormentar, mas os outros se incomodam quando seu filho se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, abordou no cinema a questão do preconceito racial.

104 min. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção. Classificação Indicativa: Livre.

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“Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito”
Sábado, 22 de dezembro, às 3h (madrugada de sábado para domingo)

Nascido Aderaldo Ferreira de Araújo, em junho de 1878, o poeta repentista Cego Aderaldo foi não apenas o maior nome da poesia cantada e improvisada no Brasil, mas um mito. Sua obra influenciou a música popular e as artes brasileiras nas décadas de 50 e 60.

O documentário “Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito” conta a história de um artista extraordinário. Revela suas lutas, vitórias e as dimensões do homem que, superando todas as adversidades, atingiu reconhecimento ainda em vida.

Cego Aderaldo descobriu as rimas em Quixadá, no sertão do Ceará, pouco depois de perder a visão em um acidente. Quando a mãe faleceu, Aderaldo decidiu viajar pelo sertão nordestino e disseminar sua poesia. Em 1914, disputou um duelo de rimas com Zé Pretinho, conhecido repentista do Piauí. A famosa vitória lhe renderia prestígio pelo resto da vida.

Apesar de nunca ter se casado, Cego Aderaldo adotou e criou 26 crianças. A todos deu estudo e profissão. Inovador e criativo, foi exibidor de cinema na década de 30 e levou a cantoria para as grandes capitais, onde era saudado como personagem do nível de Padre Cícero e Lampião.

80min. Ano: 2011. País: Brasil. Gênero: Documentário. Roteiro e direção: Rosemberg Cariry.

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"O Fascismo de Todos os Dias"
Segunda-feira, 24 de setembro, às 23h45

Documentário intercala imagens de quando foi produzido (1965) e material capturado do arquivo do Ministério de Propaganda do III Reich, da coleção pessoal de Hitler e fotografias apreendidas de soldados alemães da SS.

Diretor e narrador do filme, Mikhail Romm desenvolve uma aguda reflexão sobre a natureza do fascismo, enquanto reconstrói a trajetória de sua ascensão e queda. “O Fascismo de Todos os Dias” é de longe o mais profundo, criativo e impactante documentário realizado sobre o tema.

138 min. Ano: 1965. Gênero: documentário. Direção: Mikhail Romm.

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“A vizinhança do Tigre”
Terça-feira, 25 de setembro, às 23h45 (reprisa na madrugada de sábado, 29, para domingo, às 3h)

Juninho, Menor, Neguinho, Adilson e Eldo são jovens moradores do bairro Nacional, periferia de Contagem, em Minas Gerais. Divididos entre o trabalho e a diversão, o crime e a esperança, cada um deles terá de encontrar modos de superar as dificuldades e domar o tigre que carregam dentro das veias.

Dirigido por Affonso Uchôa, o drama social “A Vizinhança do Tigre” conquistou diversos prêmios em festivais brasileiros de cinema.

O longa foi reconhecido com o Prêmio de Melhor Filme pelo Júri Oficial e pela Crítica na Mostra de Tiradentes. Também ganhou o Prêmio de Melhor Filme no Festival Olhar de Cinema (Curitiba), no Cachoeira DOC (Bahia) e no Fórum DOC BH. A produção ainda foi lembrada com o Prêmio Nova Mirada, na Semana dos Realizadores (Rio de Janeiro).

94 min. Ano: 2014. Gênero: drama social. Direção: Affonso Uchôa, com Aristides de Souza, Eldo Rodrigues, Adilson Cordeiro, Maurício Chagas e Wederson Patrício.

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“Chofer de Praça”
Quarta-feira, 26 de setembro, às 23h45

Em “Chofer de Praça”, o ator e humorista Amácio Mazzaropi interpreta o humilde Zacarias, que se muda com a mulher para São Paulo a fim de arrumar emprego e ajudar o filho Raul a pagar a faculdade de Medicina.

Na comédia, o personagem começa a dirigir um modelo de carro antigo, muito barulhento e fumacento, que rapidamente vira motivo de piadas.

Primeira produção de Amácio Mazzaropi para o cinema, “Chofer de Praça” foi o primeiro filme do comediante ao lado da atriz Geny Prado, que viria a ser seu par constante. Os números musicais são com Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol.

97 min. Ano: 1958. Direção: Milton Amaral, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Ana Maria Nabuco, Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol. Classificação: livre.

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“Congo para Casimiro”
Quarta-feira, 26 de setembro, às 23h45

Casimiro Minier, capitão da Irmandade do Espírito Santo da República Dominicana, morreu com mais de cem anos de idade. O documentário “Congo Para Casimiro” registra a cerimônia do "Cabo do Ano", em que sua alma vai do mundo das mentiras ao mundo da verdade. Seus entes queridos se lembram dele enquanto participam dos preparativos e dos toques cerimoniais. O filme é narrado pelo próprio Casimiro.

Inédito. 53 min. Ano: 2018. Título original: Congo Pa’ Casimiro. País: República Dominicana. Direção: Boynayel Mota. Coprodução: CACI Conferencia de Autoridades Cinematográficas de Iberoamérica / CerTV / Pablo Lozano. Classificação Indicativa: 12 anos.

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“Jeca Tatu”
Sábado, 29 de setembro, às 16h (reprisa à 1h do mesmo dia)

Jeca é um roceiro preguiçoso, mas sua preguiça está com os dias contados. Seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Jeca vai precisar de todo o seu jeito matreiro a fim de preservar seu cantinho de terra.

Em “Jeca Tatu” – declarada homenagem ao conterrâneo Monteiro Lobato, criador do personagem homônimo na obra Urupês –, Mazzaropi trata com singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária.

95 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção: Milton Amaral. Roteiro: Milton Amaral, Amácio Mazzaropi. Classificação: livre.

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