sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Filmes na TV Brasil de 31/08 a 08/09/2019

“O Vendedor de Linguiça”
Sábado, 31 de agosto, às 16h

Na comédia musical “O Vendedor de Linguiça”, Mazzaropi é um vendedor que tem que se esforçar para conquistar a freguesia. Em meio a problemas com a família, vizinhos e cachorros (que adoram roubar suas linguiças), ele vive diversas situações inusitadas e cômicas.

Entre as canções do filme estão o “O Linguiceiro” e “Mocinho Lindo”, interpretadas por Mazzaropi; “Olhar de saudade”, interpretada por Pery Ribeiro; “Não ponha a mão”, por Elza Soares; e “Poema do adeus”, por Miltinho.

Ano: 1962. Gênero: comédia musical. Direção: Glauco Mirko Laurelli. Argumento e produção: Amácio Mazzaropi. Classificação: 12 anos.


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“Betão Ronca Ferro”
Quarta-feira, 28 de agosto, às 22h

Em Betão Ronca Ferro, o comediante Amácio Mazzaropi presta homenagem aos artistas mambembes e à sua própria origem circense. Mesmo depois da fama, Mazzaropi nunca deixou de frequentar picadeiros Brasil afora. Um dos pontos altos do filme é quando Mazzaropi faz seu próprio número no circo.

No filme, a filha de um empregado de circo (Dilma Lóes) casa-se com um jovem muito rico (Roberto Pirillo), contra a vontade da família dele. O pai dela (Mazzaropi) acaba pegando dinheiro emprestado com a família do genro (Araken Saldanha) e compra o circo onde trabalhava, passando a perambular de cidade em cidade.

“Betão Ronca Ferro” – o título faz alusão à telenovela “Beto Rockfeller”, um fenômeno de então – retrata a dura realidade dos artistas de circo, principalmente na concorrência entre um circo grande e um circo pequeno. Na época, os circos ainda podiam ter animais como atrações. O comediante também aborda a moda da época, como a minissaia e a calça pantalona.

100 min. Ano: 1971. Gênero: comédia. Direção: Geraldo Afonso Miranda. Classificação indicativa: 12 anos.

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“Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito”
Quarta-feira, 28 de agosto, às 23h40
(Reprise no sábado, 31, mesmo horário)

Nascido Aderaldo Ferreira de Araújo, em junho de 1878, o poeta repentista Cego Aderaldo foi não apenas o maior nome da poesia cantada e improvisada no Brasil, mas um mito. Sua obra influenciou a música popular e as artes brasileiras nas décadas de 50 e 60.

O documentário “Cego Aderaldo – O Cantador e o Mito” conta a história de um artista extraordinário. Revela suas lutas, vitórias e as dimensões do homem que, superando todas as adversidades, atingiu reconhecimento ainda em vida.

Cego Aderaldo descobriu as rimas em Quixadá, no sertão do Ceará, pouco depois de perder a visão em um acidente. Quando a mãe faleceu, Aderaldo decidiu viajar pelo sertão nordestino e disseminar sua poesia. Em 1914, disputou um duelo de rimas com Zé Pretinho, conhecido repentista do Piauí. A famosa vitória lhe renderia prestígio pelo resto da vida.

Apesar de nunca ter se casado, Cego Aderaldo adotou e criou 26 crianças. A todos deu estudo e profissão. Inovador e criativo, foi exibidor de cinema na década de 30 e levou a cantoria para as grandes capitais, onde era saudado como personagem do nível de Padre Cícero e Lampião.

80min. Ano: 2011. País: Brasil. Gênero: Documentário. Roteiro e direção: Rosemberg Cariry. 

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“Chofer de Praça”
Domingo, 1º de setembro, às 16h

Em “Chofer de Praça”, o ator e humorista Amácio Mazzaropi interpreta o humilde Zacarias, que se muda com a mulher para São Paulo a fim de arrumar emprego e ajudar o filho Raul a pagar a faculdade de Medicina.

Na comédia, o personagem começa a dirigir um modelo de carro antigo, muito barulhento e fumacento, que rapidamente vira motivo de piadas.

Primeira produção de Amácio Mazzaropi para o cinema, “Chofer de Praça” foi o primeiro filme do comediante ao lado da atriz Geny Prado, que viria a ser seu par constante. Os números musicais são com Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol.

97 min. Ano: 1958. Direção: Milton Amaral, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Ana Maria Nabuco, Lana Bittencourt e Agnaldo Rayol. Classificação: 10 anos.

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“Jeca e seu filho preto”
Quarta-feira, 4 de setembro, às 22h
(Reprisa no sábado, 7, mesmo horário)

Em “Jeca e seu filho preto”, o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro. O fato nunca pareceu o atormentar, mas os outros se incomodam quando seu filho se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, abordou no cinema a questão do preconceito racial.

104 min. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção. Classificação Indicativa: 12 anos.

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“Sinfonia da Necrópole”
Quarta, 4 de setembro, às 23h40

Deodato (Eduardo Gomes) é um coveiro em começo de carreira que ajuda uma nova funcionária do cemitério, Jaqueline (Luciana Paes), a fazer o recadastramento dos túmulos abandonados. À medida que o trabalho avança, estranhos acontecimentos fazem Deodato questionar sua ligação com os mortos.

Além de “Sinfonia da Metrópole”, Juliana Rojas dirigiu Eduardo Gomes e Hugo Villavicenzio em “Trabalhar Cansa” (2011). Venceu os prêmios de Melhor Filme e Elenco no Festival de Cinema de Vitória 2015.

85 min. Ano: 2016. Gênero: drama. Direção e roteiro: Juliana Rojas. Elenco: Eduardo Gomes, Luciana Paes, Hugo Villavicenzio, Paulo Jordão.

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“Zé do Periquito”
Sábado, 7 de setembro, às 16h

Em “Zé do Periquito”, Mazzaropi interpreta Genó, um tímido e pobre jardineiro que se encanta por uma das alunas do colégio onde trabalha. A jovem Carmem é filha de um empresário bem-sucedido, mas que passa por dificuldades financeiras.

Para conquistar a moça, Genó deixa o emprego de jardineiro e vai para outra cidade, onde trabalha com seu realejo. O realejo fica famoso e Genó consegue uma pequena fortuna em pouco tempo.

As filmagens foram realizadas nos Estúdios da Vera Cruz, com locações em Santos. O longa conta com números musicais de Mazzaropi, Agnaldo Rayol, Hebe Camargo, Cely Campello, Tony Campello, George Freedman, Paulo Molin e Carlão.

100 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção e roteiro: Amácio Mazzaropi, Ismar Porto. Classificação indicativa: 12 anos.

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“Jeca Tatu”
Domingo, 8 de setembro, às 16h

Jeca é um roceiro preguiçoso, mas sua preguiça está com os dias contados. Seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Jeca vai precisar de todo o seu jeito matreiro a fim de preservar seu cantinho de terra.

Em “Jeca Tatu” – declarada homenagem ao conterrâneo Monteiro Lobato, criador do personagem homônimo na obra Urupês –, Mazzaropi trata com singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária.

95 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção: Milton Amaral. Roteiro: Milton Amaral, Amácio Mazzaropi. Classificação Indicativa: 12 anos.

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