sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Filmes na TV Brasil de 28/12 a 05/01/2020

“Zé do Periquito”
Sábado, 28 de dezembro, às 26h

Em “Zé do Periquito”, Mazzaropi interpreta Genó, um tímido e pobre jardineiro que se encanta por uma das alunas do colégio onde trabalha. A jovem Carmem é filha de um empresário bem-sucedido, mas que passa por dificuldades financeiras.

Para conquistar a moça, Genó deixa o emprego de jardineiro e vai para outra cidade, onde trabalha com seu realejo. O realejo fica famoso e Genó consegue uma pequena fortuna em pouco tempo.

As filmagens foram realizadas nos Estúdios da Vera Cruz, com locações em Santos. O longa conta com números musicais de Mazzaropi, Agnaldo Rayol, Hebe Camargo, Cely Campello, Tony Campello, George Freedman, Paulo Molin e Carlão.

100 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção e roteiro: Amácio Mazzaropi, Ismar Porto. Classificação indicativa: 12 anos.

  
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“Jeca Tatu”
Domingo, 29 de dezembro, às 16h

Jeca é um roceiro preguiçoso, mas sua preguiça está com os dias contados. Seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Jeca vai precisar de todo o seu jeito matreiro a fim de preservar seu cantinho de terra.

Em “Jeca Tatu” – declarada homenagem ao conterrâneo Monteiro Lobato, criador do personagem homônimo na obra Urupês –, Mazzaropi trata com singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária.
95 min. Ano: 1960. Gênero: Comédia. Direção: Milton Amaral. Roteiro: Milton Amaral, Amácio Mazzaropi. Classificação Indicativa: 12 anos.
   
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"Elinga Teatro"
Segunda-feira, 30 de dezembro, às 23h30

O documentário "Elinga Teatro" traça um panorama da companhia de teatro homônima, que há 30 anos leva teatro ao povo de Luanda, capital de Angola. Na cidade, os espaços culturais são escassos e teatros da era colonial são implodidos para a construção de arranha-céus. Ladeado pelo luxo das novas construções e a miséria dos que vivem nas ruas, o Elinga Teatro resiste com sua sala de espetáculos e segue em sua missão de contar histórias.

Uma âncora cultural, o Elinga contribui para a expressão de narrativas, na esperança de desenvolver as artes em Angola, estimular a criatividade, a inovação e fomentar o intercâmbio cultural. Uma das poucas companhias com instalações próprias, está localizado em um edifício do séc. XIX considerado “testemunho histórico do passado colonial”. Mas o local foi desqualificado em 2011 pelo Ministério da Cultura angolano.

A eminência da demolição de um dos polos culturais mais ativos do país elevou o Elinga Teatro ao status de mito. A cidade se uniu em prol de sua sobrevivência por meio de manifestações, vigílias e eventos.

Estreia do cineasta Paulo Azevedo em documentários, o filme aborda a história do Elinga sob uma perspectiva testemunhal e acompanha o dia a dia de quem o faz existir.

A produção é uma das nove vencedoras da terceira edição do Programa CPLP Audiovisual - DOCTV III, que reúne documentários produzidos pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O objetivo do Programa é incentivar e difundir em escala mundial e nacional o desenvolvimento de documentários dos nove países participantes.

Inédito. 52 min Título original: Elinga Teatro. Ano: 2018. País: Angola. Gênero: Documentário, Drama. Realização: FMedia Produções. Direção: Paulo Azevedo. Produção: Ingrid Fortez e Catumbila Faztudo. Classificação etária: 16 anos.

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“Tintim e os Prisioneiros do Sol”
Quarta-feira, 1º de janeiro, às  18h

Quando sete arqueólogos encontram um antigo templo Inca, tornam-se vítimas de uma antiga maldição Inca. De volta à Europa, começam a ser vítimas de ataques que os deixam em sono profundo e misterioso. Apenas uma vez por dia, todos ao mesmo tempo, acordam por alguns minutos e têm alucinações relacionadas a um deus Inca.

“Tintim e os Prisioneiros do Sol” começa com o sexto arqueólogo sendo adormecido pelo conteúdo de uma bola de cristal que é jogada em seu carro. O último arqueólogo consciente permanece sob a proteção de Tintin e Haddock, em Moulinsart.

Uma tempestade se aproxima e as luzes se apagam. A escuridão é usada pelos índios para pôr o último arqueólogo em sono e capturar o professor Tournesol, que provou ser um profanador do santuário ao usar uma pulseira do deus Inca.

Tintin e Haddock seguem a trilha para o Peru, por neve e selva, a fim de resgatar Tournesol, curar os arqueólogos e desvendar o mistério que se apresenta.

“Tintim e os Prisioneiros do Sol” é o segundo longa de animação baseado nos personagens de Hergé. Produzido pelos estúdios Belvision, que anteriormente já haviam trabalhado em uma série de desenhos curtos e um longa-metragem animado estrelado por Tintim.

77 min. País: França / Bélgica / Suiça. Idioma: francês. Ano: 1969. Gênero: Aventura, animação. Título original: Tintin et le temple du soleil. Direção: Eddie Lateste. Roteiro: Hergé (graphic novels "Les sept boules de cristal" and "Le temple du soleil"), Eddie Lateste (adaptação). Classificação: livre.

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“Jeca e seu filho preto”
Quinta-feira, 2 de janeiro, às 23h30

Em “Jeca e seu filho preto”, o saudoso humorista Amácio Mazzaropi interpreta Zé, o pai de um rapaz (misteriosamente) negro. O fato nunca pareceu o atormentar, mas os outros se incomodam quando seu filho se enamora de uma moça branca, filha de um rico fazendeiro.

Em plenos anos 1970, Amácio Mazzaropi, com seu jeito simples, abordou no cinema a questão do preconceito racial.

104 min. Ano de estreia: 1978. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Codireção: Berilo Faccio, com Amácio Mazzaropi, Mazzaropi, Geny Prado, Yara Lins, Elizabeth Hartman, Denise Assunção. Classificação Indicativa: 12 anos.

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"A Vida é Bela"
Sexta-feira, 3 de janeiro, às 23h30

À beira de uma nova e sombria era, o judeu italiano Guido Orefice chega a Arezzo, Itália, no final da década de 1930. Ele tem grandes esperanças de recomeçar a vida e sonha em abrir sua própria livraria. Otimista e bem-humorado, Guido encontra o amor verdadeiro em Dora, a gentil professora da escola local. Sua doce história de amor floresce, os dois se casam e da união nasce o pequeno Giosué.

Em meio às atrocidades da 2ª Guerra Mundial, os fascistas prendem os judeus da cidade, incluindo Guido e Giosué. Eles são enviados para um terrível campo de concentração, onde seu destino estará nas mãos dos nazistas. Mas, aos olhos de Giosué, a nova situação nada mais é do que um emocionante desafio para ganhar um prêmio glorioso no final.

A ilusão do menino é fruto da tentativa desesperada de Guido de impedir que o filho, inocente, veja os horrores do campo da morte. Giosué vencerá o concurso? A vida é mais bonita fora do mundo absurdo e violento dos adultos?

Entre os diversos prêmios internacionais conquistados por “A Vida é Bela” estão três estatuetas do Oscar: melhor ator (para Roberto Benigni), melhor trilha sonora para um filme dramático e melhor filme estrangeiro. O longa-metragem ainda ganhou o Gran Prix do Festival de Cannes de 1998, no qual foi exibido.

Inédito. 116 min. País: Itália. Ano: 1997. Gênero: comédia dramática. Direção: Roberto Benigni. Elenco: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini, Giustino Durano, Sergio Bini Bustric, Marisa Paredes, Horst Buchholz, Amerigo Fontani, Pietro De Silva. Classificação Indicativa: Livre.

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“Meu Japão Brasileiro”
Sábado, 4 de janeiro, às 16h 

Em uma comunidade rural nipo-brasileira, o agricultor Fofuca (Mazzaropi) enfrenta a exploração descarada do Sr. Leão, um atravessador que faz o intermédio entre os produtores e o comércio na cidade.

Após muito penar nas mãos de Leão, Fofuca forma com os camponeses uma cooperativa agrícola. Mas Leão e seus filhos não veem com bons olhos essa iniciativa e vão fazer de tudo para impedir que Fofuca e seus amigos tenham êxito nesse “Japão brasileiro.”

102 min. Classificação Indicativa: Livre. Ano: 1965. Gênero: comédia. Direção: Glauko Mirko Laurelli, com Amácio Mazzaropi, Geny Prado, Célia Watanabe, Zilda Cardoso, Carlos Garcia, Reynaldo Martini, Adriano Stuart Elk Alves, Francisco Gomes, Judith Barbosa, Bob Junior, Ivone Hirata, Luiz Tokio, Luzia Yoshigumi. Classificação Indicativa: 12 anos.

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“Folia de Reis”
Domingo, 5 de janeiro, às 13h30

Produção própria da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o documentário “Folia de Reis” revela os bastidores de uma festividade popular que atravessa gerações e é considerada patrimônio imaterial em várias regiões do país. Reisado, Folia de Reis ou Festa de Santos Reis são alguns dos nomes da celebração de origem portuguesa, que se tornou tipicamente brasileira ao incorporar influências das culturas africana e indígena. Além de mostrar os personagens que fazem parte da folia, o documentário traça o caminho de histórias e emoções que mantêm viva essa tradição centenária.

Participam do filme os mestres José do Nascimento Gabriel e José Henrique Silva, o palhaço Ronaldo Silva, a historiadora Cascia Frade e o artista plástico Edson Felipe Machado, entre tantos outros anônimos que mantêm viva essa tradição.

O Curta-metragem de 24 minutos foi produzido em janeiro de 2018 pela equipe da TV Brasil, que foi até o município de Duas Barras, interior do Rio de Janeiro, acompanhar o encontro que reuniu dezenas de folias.

O filme foi selecionado para dois festivais internacionais: First-Time Filmmaker Sessions e o The Lift-Off Sessions, ambos promovidos pelo Pinewood Studios, no Reino Unido. Os festivais acontecem online, realizados via Vimeo On-Demand.

25min. Ano: 2018. País: Brasil. Gênero: documentário. Direção: Carlos Colla e Henrique Lima. Roteiro e Argumento: Marina Barreto.

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“O Grande Xerife”
Domingo, 5 de janeiro, às 16h

Amácio Mazzaropi interpreta um viúvo, pai de Mariazinha. Ele é o morador mais antigo de Vila do Céu, onde vive cuidando da vida dos outros. Um dia, chega à cidade o bandido João Bigode, disfarçado de padre.

O bandido mata o xerife da Vila e põe um comparsa no lugar. A confusão está armada e só Mazzaropi pode fazer algo a respeito.

95 min. Ano de estreia: 1972. Gênero: comédia. Direção: Pio Zamuner. Elenco: Mazzaropi, Patricia Mayo, Paulo Bonelli, Tony Cardi, Augusto César Ribeiro. Classificação: 12 anos.

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